53 a íníl m•1wia rl'c, La rnab poclcro:a ·obre· aqur ll e. fa – ze1Hl o-a domina r e rl t'sl 0ml)rar paixõe: illicilas e at , él .\la~on;iri,1. ond e 'ILt:J Si toda , a. noit es o~ mari do, ;tr,i. ill\'CUlam se:-:--Õl'S ! . .. . Com e. la somma de hab ili da des, 1cm a d. Li!Jori a uma r 'putacuo inohíd:n-el e a:. rnto cm fin a. 0 rslu- farl as cadeira ! · E. ehamada a medica l' os nfc rmo, ue t.:asas de fom il i;is. a ajud;ir o mo ri lmwlo a dar os ultimos ar– ra11 t.:o s da agonia e a encommr ndar-ll, e a alma aDeu ·, depois de mon o ' Sei d • muita::; ea as onde r lla é wnvillatl a pa ra da r a . 11a opinião so lJ rc o a1111 ircrsario ou lJaplisado do úé/J1· • . obrn o caf; <1meulo lJro,dmo <la meni na. que se ar l1 :i noi va. Ex1·usado é dizer <Jlte a op ini;ío (r elia t' eo ltejada pelo modo porq ue 11, e 1wga o no ivo. aq ~e,·yi co do 'Jltnl es teve ad ir ::im nf e. r Tc1n foma d • ilonc~ la. st· n ·ii,: al. di r.réta . g 11eJ'OS<I ,, r aritali,·a. ComLJn;111tu 11J n SI' ent rél1• nl 1a de out ra fó rma si– uJu PJll /a lw· 1/0 ri, lrt alh r>ia. diz a lodo mn nclo. quau– il o qu el' rclalh '1r a l'l'J)ll lit(ão da vbünlt a: --1[:, LO 1J iío é i·alar mal : ma s . . . t:.: ;i .'Olllhl'a d·es:;a ronjuncçT1Oa sua li ugua, que é uma narall 1a üe l'Úl' IC acru.Jo . fe ri no penetrante . lambe repul a1:ões rorno ;:ii labarc<.la de um incemlio lam liem o qu r lli es c:Ut prnxirno . ll11\'itli.l da prolJ idad e dos IH1111e11 s . ri-se satanica- · rn e11l1 \ da ltonrs tidad' ela s es posas. 1:ITo crê u:1 ca ti– d,1il e d;i s ,: •:i·< rllas, no pwlor das v: ·yas nem na in · g<·1H1i(i adr dns rreanc inh:i s. · ~fío quern nrrn devo indagar aqui ela , razõe,· que lt' rn p;1ra isso. Paira-Ih<• no:-- lal,ios nm ri o signifi cali rn r] e Ll cs• lll'Ol a rl P:sl:ir;1r-. ,. 1 1 m npa11,·õrs rle irouia monleHte. O 111orpr Llo olhos. u sanulir dos hra ços, o bam– bolear da::-. pe rnas, o o. ciliar ,los quadris magro ·. o tom da ·fala, 11 ::i hrir üus lahios-cl c de o riso até a

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