reputação. dr ltH.111 . faztind o-J1 1r prolcslo d1' amor, de~dr q1w C' ll r :-:1i lrn tia p11 li11 tri n ' oslP11 la r a mr11nr - {r ioleira. _ Li alg111·e::- que o imperador Olho11 1\ agl'adou– ::-e , ao ir cu1 Florença assi lir uma grand e ;-;olemni– dadc, de uma bella menina , r uj a bclleza r ra obj c1.:to ,le admiração , e, in terro gando nrn >llbllil o sc: n. p13r– g1111tou-lh e fJ.U em era. - E' fi f1 1a de uma reria pcs. na c;1rn de h()m gr;_i clo pel'metleria que Y. ~I. a bl:l ij as. e. se as:_;im lh e ap– prouvesse, responüeu o rnlxlito qne era pai lh, me– nina. / A. joveu, 4uc i:; to ouvira, dis~e , accesa cm p(>jo: - Não faca , meu pai, im;mcssas tão liberaf~s á custa da rniuh a morlestia; po rque assegurn , que so • mente constrangid a pr::la forca l'Onsenliria (JlLe me beij e homem qne não seja meu mari do . D' abi ~, azeiteira, quanta tli slaucia não váe ·? E' que aquell a não limpava os ci entes com 1abaco tle corda , nao Linha conrnn;a_ duvido a 11a sala re– sc rvatl a el as sociedades dan anll 1 S. não sabia o nome dos amaul(}s da éosinhcira da casa, nem tinha o .Ja– ramin como ::\lercurio. O leitor clern precave r-se contra typas d'essa or– dem, porc1ue, fo rça é convir , é preciso um pobre di– abo ser mnito enhor de si, para resisti r á tentadora _-cuuccão d.os olJ1 are~ d'esses diabinhos. Pálav ra de laonra 1ue trnho receio de cmbeica r– me por qualquer uma li" ell;) ~, mesmo porque 0 des– tino {: 1ão yario. o homem 1-. tTio /1'r11·1 .' • .•• F C\' f' l'(\ÍJ'O- !l 1.

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