alvo a que me atiro. ,, ,-e• lr-m irr11ã :,; a1' t•1·1·;1r-::;e-ti::i d'e lla s, clizcudo-Jhes : - Escutem lá , que isto é w rn Yoces . De ·o, poremJ prernnil-o, que não me proponl10 a fazer refcl' encia s dusaim. as a nenhum:1 •l'tlla ;:;. Feito e:-te JJJ t·arnlmlo. a~.- in1 á ·g11 i:--a uc :--alYa– rru..irda ú;:; rninl1a:,; rQ:,;La s. rnl l"íJ no ,,~~ LlllllJIO. ,., ' Azeiteira , é ali a fillta da mi11lta Ybiuha, mo<·oila 1' 0lll 25 janci ms IJPm pnxados . e:'i laf11ra mediana. ··ro::;– tinho moreno . lahio: cór dl:' pitanga, a llc·l:1111heren1- :,;e n·uns tref!C'itos in ;:; inuanl e:-- d1· ra1·1,il'ismo pulha, ,. sohretr1tlo pos:- uidora de nma dutnra mo e::.hella, li"io fina. com um pesroço eh' ma1Tcra. Nome ! De-lhe o leitor ;iqnell e qne IH~m lhe parr. – rr.r:-..\nnica, Loló Bibi ou Sinll ."1. Para mim , ella é imple, menle-a azeiteira-, a· mcnjna affectada de seni.<:,abol'ias e rnauias de clegan– cia , a quem o primeiro l'aio de sol suqll'eltPnde no espelho a de~orar-se como um .boneco 1\t.: pre sépio e a quem os pallores da tarde apanham (Juotidiana– mente emperiquilada i, j<1nPlla t:01110 um periquito á gaiola. Dizem que é muito prendada. o que dmido mui– to. porque, de tudo que propalam ler ella aprendido. nada lhe conhcto que não seja para lamentar as dcs– peza. ícitas n·rss.-1 .1prc11dizager11 e o Lempo mm nlla desperdi çado. Entretanto . devo ...:onfessar , ella sabe choc alh,i1• ao piano trechos de musica indigena e estropiar com alguma graça e perfeição li onivel, n'uma taramela– ção estonteantl;), an epi :1tlora , ennojativa, al guns topi– cos do Trovador e t rin él , os li gei ros ela sercn<1ta Schn– twrl. Le muito mal, soletrando, e sem romprelt enJcr.
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