1 37 J crcdilOLL-se 1,c rant e a imprensa el o :sul 1.:oinu purLacl or Llo um lilu lo :;tienlifi ro e. sem sa/Jp1· Ter 11pm rscrever, o guvcr110 conf.i ou-llie nma importante ro111- missTio a desempenhar e111 uossa lena. Crnia Y. Ex. ª (Jue e ·se suj eit o não passa d(•. nm Ex.cell culb ·irno 1rnlii'e, 11111 diarl atão ll e mari:a maior. . '.\Ias, i;reia tambern. q1Le ni11 1r11e111 mais iJlu trado el o fJU C cl! e, ninguem mai s scicnlifi co do que ell e. ningnem ma is nobre do que ell e. - Porque? - Eu cli go a V. Ex.· ª: cumpli cc do guarda-li vro:- galnno, conb i-111 em partilha a metade ela ga tuna– gem: e com o · ll'inta contos ·assim obtidos ll CH hai– lP s. offerec:eu banquei e• . fez l.Jrind e,, tornou- ·e, en,– íim, um pc1foito ge11!/Pma11; comprou tmlo: - JJOCla :: que lhe bordaram souetos onde cll e ern abençoado romo apo tolo tl á cicncia: chl'Onista s que o ince11 :-a– ran1 . aprogoalldo-o um cn 1 ·.vdopedi co : jornalista s que. <'srn ag·ados anl1; a cnon11idatle da sua il lusl1 ·ar.ao . <k – rarn -Ú1 t· o rei rato n,1 pri1J1eira pa gin,i .do jÓrnal : a :-tH·i edatl o qne o acril ou 1'0lll ~·:illian1ia: o rneni11i ~mt-1 das :-:ai.i s r dos ca fé:,; qnc propa garam pela s esq1ti- 11a:- . rn a:-c 1• 1 l'rl\'l~. sas a frth1!los(1 riqueza que ell" possui a. Eutret:mto c1<1 e t'~ um l10m0111 li one ' Lü. embora lenha nrios nom e~ . títulos · e lJJ'Ocedend2s. Só não . rl1C'go u a ser lmw rador do llrnzil , por qu1• não q11 i;,.. Cma rJ('l'.,l. ião surprebe11dcrc1 111-11 ·11 ,' l'abric.,r a – r/11lo ~ fal w, . t~:í; ·:,do-se euL:1Oque lú1:1 : ilhado lllllta ralnuu ,i a 1) a rneller m'Jl1 11·um 1Ju 1 .,J alh eio, ' em 1•onscn1imcnto do tlo110. Os invejo os (l1111a infomin !) l'ilegara,n a prnpalar (]ue clle roubara nn s cinzentos ron lo:- d11 r1Ji:; í]lll' Jil c l'oram 1·0nfiatlo:-c para um a i.erl a tra11:-.at:,ãc.1 1111ti1issi11w li ci ta. E tanl o b lo nã.u pa~-.nu Llú ta lun,nia que: --'- Fal.1ri c 1ntP dn rrclula$ fa lsa~ a policia 1wm o perrng uio.

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