gonl1osamcnle, á força de cmpen lws ma snilinos. o que j;'t não 6 lloucslo. ma até [)OI' favo!' ele empe– nhos feminiuos. o que t': incl e(.;c11le. para 11~0 falar em outros menos pnnclonoro ·os ainda. E uão ha olJkes que s oppon ll am ~t invasão ll 'es– sa pr:iga , mil yezcs mais t:alamitosas uo que a de ga– faull olos assolando o Egypto. Sú não -~bacll arcl 11·es– tc paiz , quem 11ão ltuer ou não J ··do, ú falta de meios, ter ingresso nas academia s, vorqnc. ao cou– trario do que devia se r, ::;ó vão hoje Gm rlia em IJ11 s– ca cr e e Ululo O' ind ivíduos de int:a ,acidadc·m::iui- , fe.jLa, os indolcules, ou, em plira ·e mais rond sa– os pobres d'espirito. saho liourns:-is e mui to diminuta s excepções. O mal , como ú uso dizer-ne, Yent de dma e por . is. o excusa-se de prnsar cm procn rar meios para comhatel-o. As cla sses eleYadas, onde o ra sli gio da opul cut.:ia e a frouxidão de uma aristocracia ca ri cata , proc1 ·ea11- üo so los e pedanLes prc;-;umidos, não des tinam ,1os lilltos outra proli ssão ·e11ão a de ba charel.. Es e titulo que os 1tohilita aos olho da muJlidão iJleLrada , serve apenas para di sf'.lrrar a incapac idad e tle que são dotados, pela mesma fúl'lna por qu e o ro– lLLlo- Vi11/w ve lho do Porto-cm uma garrafa routcn– do , implcs ::ml'rapa, serve par::1 ga raul ir aos 1n·o/a110.~ a legitima pl'oceclencia Llo liquido . ... Todas a da sscs deixaram- ·o dominar por e sa feb re úacharelo1na11ia,e não li a alti :iguatleiro que Hão nutra aspirações a bacl1i:1rel ! EsLenda Y. Ex. ª o se u ol l1ar trni ·::- picaz ao louµ-u do paiz e veja se pode colh er de· cada re11Lc11a d1· ha– chareletes por elle Lli sscminados. mai s de dois que saibam repetir ilS mai s ro1Hesi1il1a · no~ücs do di reito patrio. (Não é lJotn falar em Llir, 1 ilo ron1ano . . . ) O que cll 0s sabem, de rúr e ::-alLC';:do, [são os meios Lle a ccnder ~ts mai · elcYat.las po: irõcs :ot"ia<'s e ananj;,ir f'a sameuLos ri<:o~. Durante o, seu esLereis e im1Jerfeilos tirociuius

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