1G lá aspirar qu e se lhe c1 6 o bastiio de dief~ c:e .u~ paiz , de mestra <le um povo ou de uma oriedc1de • Nunca . . · 1 Seria atiral-a ao abysmo e com eUa a societlac e; seria cavar a ruina elas nações e trazel-a s em con– stantes luctas. Nunca! Basta que o homem por um exce o de vaidade, proclamando-se Rei da Creação, tenl1a-a col– locado no tbrono de Rainha. A mulher, minha Senllora, co11Ycnça-se de uma vez para sempre, nasce para er esposa e rnãe, e essa dupla auréola que a torna 'UIJlime aos olhares do mundo e digna do respeito universal, é a unica , por isso que é a mais nolJili sima , <1ue deve illumi– nar-lhe a exi tencia , guial-a ao tunmlo e prornca r as bençãos da Historia. , Arrancal-a da faina domestica, do::; misteres, nun- , ca bastante sublimados de cuidar dos filhinhos , é obrigaJ-a a transformar o thalamo em leito de Pro– custo ou a esquecer o deveres ele espo a e charríal-a ao papel de vivandeira como a tinham na Grecia. Não sei se erro , ma s a natureza da mulher, além de a,·êssa a todos o · laüorcs üa vi(I~ publka; é prn– fundamente aIJectada de il'ritabilidade bilis-ne1Tosa; contrariai-a é provocar-] he a::; iras, e desafia r-Jhc os mais inconcebíveis tl esa lino : désce as raivasinhas co– micas das crif).nças e úbc ás i'uria · infcrnae · do cle– monio. A mulher irrilacla faz-me lembrar al em de ou– tras fi gura s qwxotescas, a alt itude d( Satan, que-– esmagado por um poder ~u peri or, contra O 4ual sú o seu orgulho o demov!a a 1111,;lal' deüaldc-, !Jlas– phemava wntra o .\ rchanJo que o tinha debai xo elos pés:-Vencestes, 111aldicto ! Não po ·so, alúm do exem11lo que alti fica. furlar– me_ á tentar.ã,o de ci tar um_ o~tlrn, 4ue pro\'a alé ú saciedade onde nma mulller u-nlada púLle clw"ar. Eil-o:-No Forw11 Il.omano apparceco u~a se– nhora pleiteando a defesa tle um réo que a lomára
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