j . 111 . do seu quarto üe do rmir. atteslam-n'o _tQlp:; que .foram seus compa nh eiros, nunca .óf1u1-k1do pelo pl'OÍrlllO arrn ido de uma saia e J,. uc díze1·em. qw: ell e sú daYa-sc á lcilura tlos · 111a11ces de Belo l e de linos t:orno os se rões do convento. Tll ero a a pll il osop l1a , Volu pias de Rebel– Jais. c°Le. jáma is se om ira ~aldr el e sua bocca uma só pal ana que uão fo s::;e pr1 ra chicotea r o el e regramenfo cio,; 1·0:;tumes . as lil:e nd osidades da mocl1::rna Jiltera– lnra n u11rn ,; outras la ut a:; cousas que ao seu ve r, ti– nlwm ele supvlantar alé o proprio Deus. . Com csle modo austero de Yer as cousas, gran– gcou ' qua11clo moço, o sr. Claudio , · uma reputação 1·cspe itavcl. el e granilo , onde as liuguas maldizentes delambiam-~e 11a sua propria impotencia sem cbnse– guil' m:1rc:ll-a. Uuando chegou á maturidade, jú tinha o sr. Clau– di o, um rnuntl c, lodo . eu, crnado por elle, dominado por eHe e l'l:gido por ell e. Ant es da lell'a da Consli tuiç~o, cio Cod.igo Penal. do~ regulamentos, Dec l'ctos. cm fim. an tes da legUa– <)ío de qualquer pa iz. cs taya a palavra do sr. Claudio. l'lll gra 11dn polemi::-ta do tempo d'ell e tem muitas YC ZC:, dt' \'l' I' os sou::: 1J rill1 anles ar tigos, os seus nT9- l'n1:wci~ argumento,; desmaue,hado~, llt! rrocado~, re– duzido~ a pú pela 1ala n a fiua e calculada do sr. Cl:n1rlio . . Et\1o rtltP1·-er;o uc uma sociedad e, o oraculo de um poYo meio anal pl1 nbclo, urna potcpcia em meio de 11111 paiz de anões, um santo em meio de uma so– cicdad1· apodrcéicla . um homem hones to em meio de um g1 upo de pa tifes, a virtud e em ea nie e osso no ieio de un ia confrar ia de cyuil'.os, canalhas e lad rões. Qnaudo agitava-se qualquer questão política, qua l– qner dem:1 11da no fül'll lll ; rp1 a11do o govc1110 cl ~a eta \'a 11órns impostos; quando as Asscmbléa~: ensaiavam no– va s 1'Cl'onna~. todos os com111c1·cian tcs a una, oce per– g1u1lara111 pal1 1C' licos 1111 ~ ao:- çmtrns: - -Já omi ram a opini ão uo .,·. Claudio ?

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