106 llesem-oh·ei· o th ema on aules para relralar. ,.crn 1·a– ra <;Lcres call igrnpiJ icos . o t) po do i1 1 1 liYiduo liypot: ril a. Entrelauto, YOu te11ta r ::.ali sl'az ,!l-a, p1 1 rn1eja11 du a lraros li geiro~ :i _ :,a li c11cias do 1·ar;1d er dn iudi\' iiluo hypot rila , tal como cpe se me li a cl cparado , ta l eomn é li cito imaginai-o. Di gne-se, porém. Y. Ex.. arma,·-:-<' de Ioda ,·ssa benernJcncia , que e1nmoldura o seu ge11 til espí rito. afim de conceder 'toda::; as defl'crenGi as pos. ivei:- ao meu mocles iiss imq tentamen. O hypocrita é um indi viduo al çapão : q_ua11clo pro– cura-se ferir n'elle o patife, sae-no um homem f/(' úem: quando procura- e consul ta r o homem de bem, sae– nos um canallra. O seu caracter amolda-se, ageita- se, restringe-se a todas as conveni enci<1 , e tem m;iis faces cio que o Jano latino. ' 1 a mai pequena ruga do sc11 rosto s11rprehcnd e– se os caratcri •ti cos canalhas elo seu es pir•il o. Póde ser Scylla e Ler a suprema ha bi lid ade de cll egar ao fa sti gio elo poder, lendo por escada a di s– simulação e o sar ·asma, a sim como pócle. r;J1ama r-se Lourenzino, descer abaixo 1l"este lixo.-a cocotte, pres tar-se a beija r as ' and alias de um L)TDrmo e um dia sentir a~ ornos de di gnidade. jul ga r-se homem e .1- as~inar es, e tyranno, qur era seu so lJerauo e ami – go (-lf< Ninguem· melhor do que o hrJ ioc rHa sa lic ma111•– jar es te dom dirino,- a palavrã .- porque :-abe ter ell e lhe sido conceclitlo para 1/isfu.rçar o s('11 prnso– mento . •J Vide Uma noitç em Florenra , de A. l>ucnas.

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