Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição

- 51 rativa: a eliminação já quasi não se faz); 3. 0 convém mais dar a dose diaria fracionnda em pequenas doses, do que toda de uma vez; 4. 0 é preferível administrar o quinino por via gas– trica do que por injeção. Devidamente apUcado o quinino, si êle en– contra no sangue os germens em crescimento, mata-os ; si encontra os globulos vermelhos pa– rasitados já para se romperem, êle precipita o aceuso e então o parasita e seus fragmentes (1) atacados pelo quinino, são presa dos globulos brancos, que os destroem. Na rJHiculdade de prever-se com certeza o momento do acesso de febre, momento cm que 0 quinino deve estar no sangue paru destruir os germens, alguns autores (2) aconselham que se ingira o quinino, logo após o ultimo acesso, quando passe a febre , pois o quinino leva varias horas, como vimos, para entrar bem na circula– ção do sangue e nele permanece por pouco tempo. Com a injeção intramuscular a passngem do quinino ao sangue é muito muis rapida; com a injeção encloYenosa é imediata. Dar, porém, uma injeção endoVl \no.sa dul'ante o acesso é pe– rigoso: a morte de muitos germe.ns a um tempo no sangue, poderia dar logar a graves acidentes. Ha casos em que o paludismo I"equer medidas particulares, excepcionais. Pura casos urgentes os medicos se vuJem de tratamentos especiais e por vezes extremos. {1 l Mei·ozoidcs . {2) Bretonneau, Tro1111aeuu.

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