Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição
- 46 - terreno ou mesmo a terra humida, as folhas molhadas, os corpos flutuantes-lhe pódern ser- vir para a dcsóva. A trinta gráus de tempera- .-) tura, a larva sairá do ôvo dentro de 48 horas mais ou menos; para se tornar ninfa póde ne– cessitar de 11 a 25 dias e esta fica nesse estado uns dous dia_s. A humidade e o calor influem muito na duração das fases. Para haver transmissão do paludismo é ne– cessario que haja um doente e uma anofeli11a, porque, como vimos, o ciclo da evolução do ger– men se faz no sangue do doente e dentro do organis:no da anoí:elina: é a teoria ml:.is geral– mente aceita. Contudo póde uma anofelina piem· um homem ir.1paludado, picar depois outro ho– mem sem transmitir a este a doença; dá-se isto quando no sangue do doente há só germcns de um sexo (1).-Ta;nbcm pótle dor-se o ca<;o deste sequndo homem ser refratário. Ha realmente casfls de imunidade natural complc::ta. Ha outras pessôas que nii.o contraem sinão levemente o paludismo. As creanças s:1o as mais propensas u centrai-lo. DcGsas breves noções se ~on~lue que o mosquiteiro no nosso interior deve ser usado por todos e constantemente. A ENFERMIDADE. Entre nós, dizem nossos (1) Macrogametas ou micrognmctacidas,
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