Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição

,. ,, 35 - existe quando se trata de evitar quédas ou fe– rimentos ou graves perigos evidentes. Em si tratando porém de evitar o contagio de molestias, avultam as deficiencias. Não se deixa uma navalha. ao alcance da :mão de uma creança; , mas se permite que ela leve á bôca um pedaço de pão que rolou pela terra, uma chave que anda em todas as mãos, uma moéda imunda. Quantas creanças têm o costume de chupar os dêdos e aão obstante se descura a limpeza das suas mãosinhas ! Não permitais que a oreança ponha na ca– beça chapéo de adultos, que use o lenço de ou– tra pessôa, que beba ou coma restos de outrem. Tendes amôr aos vos~os filhos? Seja verdadeiro, coerente, racional o vo'l:iso aféto. Muitas pessôas ha que tem o pessimo cos– tume de beijar as creanças. Devíeis preferir que dessem em vez de um beijo, uma bofetada em vosso filhinho. Essa falsa prova de carinho póde ser uma punhalada á saúde dessa creança. Os labios e particularmente a saliva é portadora muitas vezes, de germens perigosíssimos. Os pais se recordem de que devem respon– der diante de Deus pela saúde e vida das creau– ças que ele lhes deu. Com todo o esmero se Psforoem para crescerem seus filhinhos robustos e sadios. Sobretudo corre aos progenitores gravíssimo

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