Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição

- 25 - vida, porque muitos microbios morrem na agua em ebulição. Nã o b ebais a g ua de i gapó, agua estagnada. E', talvez dê um poço a agua que se be be em vossa casa? Como é difücil manter bem limpa a agua do poço! O balde com que delle se tira a agua ha d e se r r igorosamente limpo. A pessôa qu e vae ti– r a r a agua não de ve por nelle, nem na corda que o p reude, mãos suj as . Facilmente essa corda mer– gulha na agua do poço. Não se d eixe cair dentro do poço r esto rl c agua s ervid a . Gran de perigo pa r a a saúde é o poço s ujeito a infiltrações. Por vezes t emos visto bem perto dos de agua potavel a fo s sa ma l pre parada de uma • sen tinn. Corno é fa cil a cont aminação do poço pe– las aguas infec ta s da fo ssa ! Ha tc rrf'nos porosos e grêta dos que fac ili tam as infil tr a ções . Hn te rr e nos habita dos pelas fqrmiga.s que faze m longas ga lerias s ubter ra neas, capazes Je pôr em co 111u oicação di reta o poço e a fos sa. Qua nto pe– rigo pol'lanto ! Nenhuma ngua deve ficar parada nas p ro ·d – midades dos poços. Pelo que diz respeito ús scntinas, si nãn as pude1·tl~s provct' ele agua cor1·ente, s1 ,os faltar o des infetante (.!IlPrgico e nhundantc, si não vo~ iorem pns~ivei::: mniores dC' sp esas, ao menos duns 1• pcn1.1 C' ncl a çõ t':~ sfí.o intlic, pcnsavci ~: F'~'jam :ü1 ~– tadus da e asft ; !~tutr dem o mai or a ~Ih.' i,, .

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