Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição

- 19 - impavido, os perigos. Mas inteiramente reprova– veÍ e insultuoso a Deus é o proceder do indo– lente que não trabalha confiado na Providencia, do impr evidente que tudo esbanja, expondo a familia a passar fome, dizendo: «Deus é gran– cte ! » .; A saúde é um grande dom do céo. Temos o dever de a conservar. O homem que, sem ne– cessidade, a expõe ao contagio das enl:ermida– des tem que dar contas a Deus. Si, apezar dos cuidados que o bom ~enso sugere, sobr eviér a enfermidade, aceitemo-la resignados e até gos– tosamente si puderruos. E' tentar a Deus viver á revelia das nor– mas da hi giene e pretender que Deus lhe con– serve a saúde. Esse imprudente, por incuria, por indolencia, por dcspreso orgulhoso ou por qual– quer outra razão semelhante, repele a saúde e, uo mesmo tempo, pede um milagre que Deus lhe negará com toda justiça. O infeliz que faz saltar os miolos nw1·re 11(Í O porque tinha de morrei-; mas porque quis morrer; ele era livre e se quisesse, tr.iria evi– tado tão desgraçado fim. A doutrina fatalista nega ao homem a liber– dade ; por isso, lhe é terrivelmente nociva e en– cerra monstruosa falsidade. Não digais nunca, amados Filhos: «Si tivér que adoecer, narla adianta evitar isto ou aquilo,..

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