Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 2ª edição

- 10 radores dessas paroquias vastas terão tambem de se locomover. Quantas vezes, nas Visitas Pastorais, ouvimos dizer: «Si não fossem as fe– bres, quanta gente teria vindo! » Como lastimamos então não poder de– belar o ma l que impede aos nossos amados Filhos os beneficios de que ernmos indignos portadores ! E os nossos zelosos Vigarios que constan– temente veem muitos dos seus paroquianos impossibilitados, pe!a enfermidade, de fruir do seu ministerio - quanto não sentem a persis– tencia dessa causa ! r. om fr equencia temos ouvido em Belém que é grave inju stiç a acoimar de indolente o nosso caboclo. Porque - diz -se - não se t rata de indolcncia mas de enfe r midade ou melhor de efei to de enfermidade. Realmente é ainda pa 1·a admira r que o homem, a quem o acesso de fe bre acaba de deixar, tome o machado par a denubar uma a rvore eu se ponha a remar horas a fi o. E isso faz o homem do interior . l\Ias, seja ou não j ustifi cavel a tendencia desse homem para o r epous o, o fot o é que a tendencia exis te; a aver são ao trabalho cons– tante, a capitu lação na luta contra os obsta• culoa, a fuga de quanto exige- r eaç ão - fat al– mente imprimirá s eu cunho na vida do homem intoxicado pelo paludismo. A educação e pra-

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0