Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição

8 - gario ·a pontos diversos para facilitar aos pa– roquianos a pratica da Religião, evidentemente alguns moradores dessas paroquias vast::i.s terão tambem de se locomover. Quantas vezes, na:,i Visitas Pastorais, ouvimos dizer: «Si não fos– sem as febres, quanta gente teria vindo !l> Como lastimamos então não poder de– belar o mal que impede aos nossos amados Filhos os benefícios de que eramas indignos portadores ! E os nossos zelosos Vigarios que constan– temente veem muitos dos seus parognianos impossibilitados, pela enfermidade, de fruir do seu ministerio - quanto não sentem a persis– t e ncia dessa causa ! Com frequencia temos ouvido em Halém que é grave injustiça acoimar de indolente o. nosso caboclo. Porque - diz-se - não se trata de inrlolencia. mas d e enfermidade ou melhor de efeito de enfermidade. R ealmeC't'e é Q;11da para a dmirar que o homem, a quem o acesso--._...__ de febre acaba de deixar, torne do machado para derrubar uma arvore on Ee ponha a r emar horas a fio. E isso faz o homem do interior. Mas, seja ou n ão justificavel a tendencia desse homem para o repouso, o fato é que a tendencia existe; a aversão ao trabalho cons- tante, a capitulação na lut~ contra os obsta– culos, a fuga de quanto ex ige reação - · :atai-

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