Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
60 :.rrtt.1-ge_l .t. curativa; a eliminação já quasi n}lo ... tse fãzJ; 3. 0 convém dar mais a dose diaria , í._rac'í-0nada em pequenas doses, do que toda de uma vez; 4. 0 é preferível administrar o quinino por via gastrica do que por injeçi\o. Devidamente aplicado o quinino, si êle encontra no sangue os germens em cresci– mento, mata-os; si encontra os globnlos ver– melhos parasitados já para se romperem, êle precipita o acesso e então o parasita e seus fragmentos (1) atacados pelo quinino, são presa dos globulos brancos, que os destroem. Na dificuldade de prever com certez~ o < momento do acesso de febre, momento em que o quinino deve estar nu sangue p:n'a des– truir os germens, alguns autores (2) aconse– lham que se ingira o quinino, logo após o ultimo acesso, quando passe a febre, pois o-- •) quinino let;ra varias horas, C()mo vimos, pará entrar bem na circulação <lo san, ue cn@,9 permanece por pouco tempo. Co_,, .1 a injeção intramuscular a passage1? do 9.J~i J.ino ao san– gue é muito mais rap1da; rcom ~ ínjeção endovenosa é imediata. Dar, porem ,J ,ma in- _ ., jeção endovenosa durante o acesso é per1 81 n"i:a . a morte de muitos gen r ens a um tempo no ~!¾\-Ugue, poderia dar logar a graves acidentes. (1 ) Meroz.oides. l2) Bretonneau, Trousseau. f'
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