Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição

,I .. 45 do~s dias. A humidade e o calor °' nfl •·::--:,.. mmt~ ~a duração das fases. '' º " . , ar~ haver transmissão do paludismo e ~e?essano que haja urn doente e uma ano– fehna, porque como -vimos o ciclo da evo– l ução do gerU::en se foz no ;angue do doente 8 . dentro do organismo da anofelina : é a teo– ria mais geralmente ceita. Contudo póde u~a anofelina picar um homem impaludado. picar depo1s outro homem sem transmitir a este a doença; dá-se isto quando no sangue do doente ha só germens de um sexo (1)- • Tag:ibem póde dar-se o casü deste segundo homem ser refrataria. Ha realmente casos de i~unidade natural completa. Ha outras pes– soas que não contraem sinão levemente o paludismo. As creanças são as mais propen- - ~as a contrai-lo. Dessas breves noções se con– c lu'ê que o mosquiteiro no nosso interior deve ~.fi1;. u ~ do ff r todos e constantemente. ( A ENFERMIDADE. Entre nós, dizem n ossos mjdicos, as fónn as mais comuns de Paludisrrit.:I são a terçã benigna e a terçü rna- t ~h . - 1·,-, . O tempo considerado medio para a in– cubação da terçã benigna são dez dias ; póde oscilar entretanto entre 7 e 26 dias. O acesso (1) Macrogametas ou microgametacidas. A ./

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