Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição

,. 43 na linh a de prolongamento do co1~ ~ taz angulo com êle; as azas elll qu'asítodas ~ a~ especies, são ma nchadas . Quando ela. po'usa,. na parede, não fi ca paralela á mesma como, em geral se dá com os demais mosquitos, mas faz angu lo com a parede ; quasi sempre ela pousa sobre quatro patas, fi cando duas estend idas ao longo do abdomen. Só se co- hece urna especie de anofolina (a. culicifacies) que pousa como os demais mosquitos. A larva da anofelina, ao i nvés fica ho– risont:dmente com relação a superficie da agua e~. que vive, a.o passo que as larvas dos culí– c1dios em gera l, só conservam urna ext remi– dade na superficie, ficando o rest o do corpo mais ou menos ver t icalmente dentro d 'ag ua. A larva, se alimenta de pequenos algas, pe- _.. ggenos animais; são vorazes; gostam de luz. Tcin corno inimigas as larvas ele outros in– pf!t-c:1 os b,eixcs. Salvam-se por vezes, pe lo mimetismo,-, pois se assemelham a pedacinboi:, de pau flut uantes . Algumas especies vivem nagna salgada; as vezee até em agua com ,~esi~2nte; morrem porém se un:a camada - "~ ieo cobre a superficie da agua em que vivem, porque não podem mais respirar. As anofelinas são rurais ; nas cidades eSç– pecialmente nos centrns, são mais raras. Não, obstante, foram encontradas mesmo no cen- tro de Parie.

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