Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição

33 tuberculose e os conserva como venc-' n_~ • organismo, não é provavel que contraia, outros germens de tuberculose . Si nêle continuar a resistencia contra os primeiros gerrnens adqui– ridos, prova.velrnente não terá que receiar a tuberculose. A creança que não afrontou ainda o pe– rigo desses assaltos é urna vida mais exposta. Seu organismo indefeso é um campo aberto. Resistirá ou não as primeira s investidas . Nos animais irracionais o instinto de conservaçi:'lo madruga muito ruais do que no homem. A inteligencia e o carinho d os pais devem suprir o que falta aind<'l á d efensiva dos filhos, na especie humana. A creança não dii;tingue eutre o alimento e o veneno. Ha de velar sobre ela, de con– ..tinuo, o cuidado ma t erno. E esse cuidado ge– ra)minte ~xis te quando se trata de evitar i :"cilas ou Íeriment.os ou graves perigos evi– dentes. Em si trata ndo porém de evitar o con- ~ tagio de moles tias, a vultam as deficiencias . • ......_. Não se deix a uma navalha ao alca nce da· .. mão de uma creança ; mas se permite At , que ela leve á bôca um pedaço de pão que ~ • rolou pela terra, urna chave que anda em todas as mãos, .uma moéda imunda. Quanta s creanças t êm o costume de chu– ,., • .. •

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