Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
" 31 E' pois a moeda e particularmente a nota. • um repositorio temivel de microbi0s. Ao• ~nos houvesse a preocupação, por parte de todos, de expor aos raios microbicidas do sol esse dinheiro contaminado! Mas é p1ecisament e o dinheiro, das cousas que !')0 manuseiam, a que menos sol apanha. O qne é natural; pelo perigo de ser roubado está quasi sempre nos bolsos ou nalgum cufre ou gavêta fechada. Entretan to esse fó co de infeção não ins– i)ira rnêdo, quando deveria sempre trazer-nos em defensiva contra o perigo do contagio que füe, encerra. E' indispensavel acautelar-vos. Quantas vezes vêem-se creanças éncostando os labios a moedas! Vimos freqnentemente pessoas tomarem em suas mãos o pão depois de te- ._, rem contado o dinheiro sempre imundo. E º~- :v~nded~res de comestiveis que, alt~rna~a– ....:-\5'u't:e, com a mesma mão , tomam o drnhe1ro e o que quer que vendam. No mesmo bolso em que se guardam moedas e notas, mete-se o lenço e até coruestiveis: o lenço que levará - ~icrobios ao nariz e os comestiveis que os levarão a boca! Vê-se muitas vezes uma pobre mulher amarrar no lenço seu dinheiro para . ~ não perde-lo e o lenço contaminado contina a ser uzado para seu :im proprio, como se fôra limpo. • -
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