Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
.,.. 17 • cumprir o seu dever afronta, irnpavido, os pe- rigos. Mas inteiramente reprovavel e insul– tuoso a Deus é o proceder do indolente que não trabalha confiado na Providencia, do im– previdente que tudo esbanja, expondo a fa– mili.a a passa r fome, dizendo: «Deus é gran– de! » A saúde é um grnnde dom do céo. Te– mos o cle,er de a conservar. O homem que, sem necessidade, a expõe ao contagio das en– fermidades tem que dar contas a Deus. Si, apezar dos cuidados c1ue o bom senso s ugere, so breviér a enfermidade, aceitemo-la resigna– dos e até gostosamente si pudermos . E' tentar a Deus viverá revelia das normas da higiene e pretender que Deus lhe conserve a saúde. Esse imprudente, por incuria, por indolen~ia, por despreso org ulhoso ou por qualquer outra razão sernE;11hante 1 repele a saúde e, ao mesmo te?,,~~-:·:~, pede ' um milagre que Deus lhe negará com toda ju'3tiça. O infeliz q ue faz saltar os miolos . mo1're não po1·q1..w tinha de morrer; mas porque qwz morrer ; ele era livre e si quizesse, t c ri:1 evitado tão desgraçado fi1n. A doutri na fa ta lista. nega ao homem a ,liberdade: po r isso, 11.J e é t enivelruente 110- ci,a e encerra monst ruosa falsid ade. Não diga is nunca . amados Filhos: « Si tiv er que adoecer, nada adianta ev itar is to ou a quilo~. .,
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