Patoral em prol da saúde corporal e espiritual dos nossos diocesanos do interior. 1ª edição
10 --- - ---- ----- - - quiçá lhe tiraria o cRrater, digamos familiar que, a nosso ver, não lhe póde faltar para o no_sso caso. Nossa pretenção é muito modesta. Nosso trabalho só será cientifico na substan· eia porque essa não é nossa; na forma que· remos ser apenas paternal, pois se trata tão só de conselhos a filhos diletos. Outra razão nos faz sorrir á esperança de conseguirmos o fim colimado. São minis• trados estes conselhos como em veiculo reli– gioso: cremos serão eficazes. Além disso serão n~petidos aos paroquianos pela voz dos seus Vigarios. Nossos Vigarios do interior percor· rem frequentemente suas paroquias; põem-se er.n contato com todos os habitantes do ter– ritorio paroquial diretamente ou indiretamente. A palavra paroquial é ouvida com grande atenção pelos paroquianos. Homem instruído e acatado, seus conselhos fazem imp.ressão no . ·t d · ~ esp1r1 o os ouvmtes. -~"' · Não é nosso intento, nesta. Pastoral, acorf- selhar a nossos Vigarios que mediquem os doentes de suas paroquias. Absolutamente. Queremos que eles envidem esforços para per• suadir a seus paroquianos da ~ecessidade de viverem de acordo com as leis da higiene. Queremos que eles facil~t ~m aos se?s paro– quianos a pratica da h!g1en~, sugerindo-lhes para isso O que a ciencia €'x1ge afim de lhes não faltar a saúde. "
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