Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
a <1 . ~-~--< G@~ ' -~~-❖~__.,, _ ______ _ ~il m-'f'I l0L1 1jq J' ~m V~ T AO Exinº,Sr, Dr, Governador José Paes de Carvalho - - - (:o:)--- ~ ~ •;:;:_ _l~:,;•_:!}_j.; n :ô) " ~ r,., ,2] ':\ ~l::'.__•0-+--0• - --:,- ~ li~ - ~ ~ ~ 0 :~J IZ'. EIXAES hoje o governo. 1 ;1: ,·enho teslcmunhur-Yo u profundo agraul'ci– f..,ie,2 menta pelo quanto haH!i f'l•ito cm }Jl'lll'fieio do,; '>--:. H meu µalritios. ls~ 3lanil'csta,õcs e,,µJendidas tende,.: n:l'Pbitlo de pes ôas altarncnlc collol"::Hhis, mas nfto somenl os magnatas U'•m o rlii'eito de le– rnn tm a suLt yoz, ~l'l1ão tm11bc111 os liumilrlcs. Ern esta a opiniüo do mavioso cysnc lrn,ilano: «:.\las eu r(l'nllo humilde baixo e rudo De vós não ronhctiLlo nem sonhado, Da boca dos peq11u1os sei contudo. Que o !ou rnr salte ns n:z0s acabado ». E larn I.Jcm a do anc-lor da Lt'gcnda du~ Sl'enlos : ..'líai~ il cd p1 r111ÍN 1,1t'11te <W plus,titible de. Pois hem, Bxc., apczar da minha cxibuidade, Jc,·lullo bem alto, encorajado pela grnliclão, um brado allisono-Fo::;tes um apostolo de caritlarlc para os mi– Sl'mllrlos lilhos do Cearô. Colouisa111lo o ,·os::;o Eslado, a111parnsle,; ao rnesrno temvo a ,·i uvez e a or– phand;1de. •\qui entramos cm teneno sagrado: não pode a critil'a sardonka, uew a politica 0 em estulta tlcsfcixar u seu latego cruel. ........................ Sim, Exc. a caridade. :\lutaste n fome cio necessitado, enxugastes as lagrima~ ao:a: nfllieto::;, c.ohris– t0s os hombros nús ... ~\h ! quanta vez dos labios dos in1101•e11lcs vi irt·om1wr o a~-r.. uleci111e11lo que ho,ie SL' transforma t'lll flores 4ue vo.:; or11;,un a fronte! .\s lngrimas t1ne ('ll'-ll~as– tc;c; se rnndat·üo cm pcrol.1:; ,·omo as <lo Ori,,11lr. B' bem cerlo o dií.:L'l' do poeta :-1,w111 d,í <WR pvl•l"C--< e111pl't' ·ta (C l>eu,,. 1 1 e,·rntiR ._(';•rnndi~. confes,.:o frnncanwntc, aprecio 111 ito mais o vulto angclico de S. \'il:ente de Paulo apanhando aqui, allr, alem, os rccemnascidos misera veis e engcitados, que o \ ulto impouenlc de )Iollk e com a sua mfto postada sohrc o ranhão. O que ser,i mais cclil1e,tnte Auibal. Alexandl'C', i\apolcn.o trnv.rnd.o hatallw– sangreutas, C'U us inn:ms da cal'idade, cxponrlo--e, somente pam fazer o be111, aos maiores horrores da f'onw, da peste e a.lé mesmo d.a guerra p,1ra l'Onsola1· os afllictos::, !........ Coraç( cs gent'l'osos !........ . ......................................................... . fl.epito ag·orn, :2rnho1·, me lembrando de Alcnca1·, as cxp1·cssnes 1le •1u' t1--d
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