Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
~~~~~~ ~ .t. . '=i=!F'. f:-~~ .~ ~ - . -~~--❖-......---"'·-------- '\' • • V ~~JI vollae- a esse sul,time aposlolarlo da_ sciencia, i_n<lo. c:omo d'anlcs, levai- ao lu- ,,,.,J rrurio do pobre>, tomo a luxuosa habitação do rn·o. o r·onsolu da vo su pl'cscnça, 1 :';fl ~ confiança do vosso saher e sobre tndo esse inexgoltavel manancial de bonda- 1 l de que rns conquistaram o titulo d~ Apo~tolu da caridade, e que o poro na (, su;t simples Q t.ocante linguagem chama de Provirlenc·ia. ~ • 31as a patria tem o :lireilo de exigir d~· se~s filhos mai queridos o emprego + rie sua ar-tividade creadora, c!P sua profir,encia. de seu t'sludo e rlc sua expc- m ricnc-ia para a rcsol~çilo dos probl<;ma s~r-iaes que li:t0 ~e levar ª. human idarle :-'Ál á conquista da pcrfo1ço.o relativa : I' por isso que nos ,Julgamo am11a aberlo o 1 rirculo luminoso da ,•o,;sa carreira p11hlica, e mesmo r·om ri ('O de v0s con- 1 rariat·, viemos pedir-vos, que acr:cilcis, como lembrança nossa. e teslen iu– nho de nüssa gratidão, este insignifir·anlc ohj0rto. qne, temo· 1'1\ ervirá ainda ,Ic inr;trum nlo para a Plaborar;n.o d" trnhalhos ~randioso", de. li11ados ,i glori– füarô1o da nossa querida palriu. 'E então, quanrlo no silencio profumlo do ,·osso gabinele. canrada pe lo tra– balho nobillissimo em pról da palria, a vossa penna vos pedir uni instaute rlc repou o, fltanrlo este objedo sem valor, podereis dizrl' com or,,.ulbo : 'r 1 -Se alguns homem, me de:;(:011li0c·eram, muitos t•~pirito~ nw comprclien– deram e me souheram amar.-
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