Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho

t / Ord e1n ün dia n. 8 r 1)0 Coronel Commandante do Regimento Militar do Pará, lida no momento de despedir-se o Exm. Sr. Dr. Paes de Carvalho ") t. - 1 '~ 1:)., \u"~. . • . _j) ,~~ ~ .L\L\.li .\D /\N ! <G':J: ID nrande 1'• a honra ttuc recebemo-..: 11·c-:te momen- J.,"?'r' to corno ki.titima e profunda é a rnagua que no:-; as::ialta o coraçüo com a Yi,-..:ita <ttt l' ,11·a 11 0, faz s. exe.ª o 'I'. Go\·rrrn1Llor do Estado, <' que l;. ao mc:srno t<·mpo. a dr::;pcdida <lo um chefe nobre, ma!!wtnimo e gen(•ru:-;o a ;-,Olc!ado-..: inflt•x in•i., 11a nhrdiencia e na lealdade. eom0 firme,; na ~rntitlü.o e no reconhecimento. Nào Ullttltero n. wrdadt\ uiiti 1•111prcgo vhra'e,, uc convcn~ào. u.io eedo u. uma simples e Yii formalidade. affirn1ando. como ainrmo, que uão ha ;;ohlado !I' stc regimento cm cujo peito não l'tH.:ontre grata <' sincera. repcrcuss,'hl o nome do c:rn1. 0 sr. dr.. rosé Pa.e ' de Carrnlho. Yibrndo como um · ymhu lo 1le justiça e de bo111hulc, de patrioti ·mo t til' fr 110::i a lto~ destino, do E · ta.do. O n'iünwnto tern-11'0 llcmai:-; como amigo precio:-::o e iuolvida, • 1. tal':-: foram a.-; continua1la:-: u1ostra,j de ·olicitwlc. attcnçiio e tlcfcrcncin. quC' uo · <1uatro auuo,::; do sen g-on' rno ul'netieo dispensou-no,- o preclaro e· tutlista e rmiucuk cidadão. gloria da, sua: pn.tria e le!.!itirna c:-:peran~a <lo poYo brazilciro. Occa~i:lo aza.tln. é c.·ta para ll'm bm r a cruenta eampanha tlc {'auudo:--, t--u. - tentada entre a· for~a" viva-.: da na•; ii.ll l' a Í!.,"norancin. fana,tiea, dl.' um g-rupo tlc no:-::-:O"l pat ricios nci alc:a ntis e dia meta,; da Bahia. ~\ um g-c,;to do a,bnei.rndo ll omcm de Estado 11uc agora <'stá a fazer-no:-: a· sua:-; d spctlit.l.a.s. partimo,::; utis todos para o campo da gucl'l'a . em 1kfeza da · institu ições amraçadas e da. ordem peritlitantc. 0.' iio houYc lw ·ita~iio que 11 1 s llemo\'c.·s1• o p,N50 para a, morte i1umincntc, e quando nii.o ti\ c.-.;sem os cm nó: -: rur:-:1110 , n c~timulo tla, corag·cm e do saerifieio em lwm <lo nos,-o paiz, teria.mo r.ert:u1H·1itc a iusuflar-no · energia· ill(lomaYci.s o patriotismo cm ar~:lo do graIHle bmt.ikiro que ahi e -tü, e que do lon~e sC'g-uia– nos eom o cora.~ão tremulo de aneicd,ult- pl'hts 110:-;,-.;as Yictoria..;, 11ue ernm a Jll'll· pria honm do Estado de qu ellP <'nt a :uprcma l'lHY, ·n, çii.o. , 'eguimos nü::i todo. cm um . t'1 impul:-;o JHU'il :t pPll, , e o fizemos, -;l.'!!nn– tlo ª" proprias cx.pre;;sôe:-; officiae:-; do e,m. sr. dr. GovC't'IU dor do Estado, ,-;cm ol ll ar n, consitlcraçõcs <ic familia. sem tllL'tlir acritieio,;. sem attcntlcr a imminen– tcs pcrig-os de \·ida . · Honrn pllrem, ,;cjn, feita, no c,111. 0 sr. 1k .fosó Pacs de Can·alho: <le Yolh~ do enmuate. cm 11nc tivrmos •1lc pas,;,u• -,obre centenas de nos. o· ca.marnJ.a~. parn buscar na, vanguanht a posit,;iio 11ur 110;-; e;tayam a in_tltcar o nome do Pani e a couha11 a, 1l•J lll>S o chefe preclaro. ilc Yolta, do' aleantt.· en ·an!:!'u_enta1h>; cm ,1 ue com a mr,rte cnc nitraram a gloria muitos úos 1!0 ·so~ companhc1ros do Hl'– gimcnto, não hou\'e famili,t orphn na1la, nem . olllauo mrah1lado pela. •'ttorm <1uo

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