Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho

u • ~~~~-❖~._E'----~,.,., .A sciencia de g-ornrnar é clifficil e _, . exc:. bem o comprcltenucu, onvcrcdan- @ do se pelo caminho nbertos pch Con t itui ção, ;-;em lle:-:cC1· a liame J)Oliticos. Foi assim que o publico paracn. e o vio agindo pelo:-; meio: couduncente::; com a lci. dentro tb n..:,phern constitucional. l\IantcYe em estatura elcYada a autonomia do · rnuuicipio:-: ab ·tcndo·::ic de intervir nas quc 'tõe:-: rwitauas, ·ubmet~cndo -a ·, quando aberra·, ao poder tcg-i,. - • lativo, cujas rc. oluçõc:-: tambem re ·peitou. Elevando o po<lcr judiciario éL e' tatura moral que lhe facultava a Uon.-ti– tuicão ninrruem rnellt0i' que s. cxc. soube garantir sua i.11dependencia e libenlnlle. , Com tictica e accendrallo patriotL'mo eYitou <tnestõe. · intercstadoaes, com o:-: Estados limiti·o1)hes. tirmando accGrdos que muito elevam o sru caracter. Abertas as paginas constitucio11aes, por citas e pelas ki,; <•:-;tadoac.., nem só facultava ao porn a:,; lilieruack · e direito ·. ou garantia· <lellas lH'OY inda ·, se não tambem co1Ti!!Ía º" erros do:s qne periclitarnm. Sob qnalr1uer ])Onto do ü-;ta que o arnot· patrio queira eLteara,r a admini -– traçilo de tão c:on.-,picuo paraen,,c, terá de . ag-rnl-o a g-rat iclii.o 11aciornd. Agrupam-.-.e nc. ;;te liYl'o o:s llornen:s üo poYo, as ela:s r,; art istic:a:s e ope– rarias que o a!lmirnm e o amam-todo.- !tenutlcxo.,; trazem 110 mesmo plauo de Ü!'Llal!lade, na sin<:cridatle do.-, sr11s "·ntimcnto:-:, o morimcnto impul,; ionador para o seu triurnpllo. Na homo!:rencicla1le ,iusti"·"ima dos Lon, ,;l'ntirnrntos. o poro sagTa O ,·o~ 0 nome como He1·0(• prl ~aber; o de um apo;-;tolo 11ela . t iP1H·ia l' es timulo para b exemplo e pharol <lc !.:loritiear;ã.o para a Patl'ia. Belem. :~1 - .la1wirn 1 no 1.

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