Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho

Mensagemda magistratura do Pará Lida 110 dia~ de rmreil'il.p1· lo ll1·zt'mhargadu1· ~apoleão d'Olireirn: pre~i1k11tt' tio Tl'ih11111tl rle ,lu:ti~1t c· +· ·1 .0,, ..~ . ~•--,\~, - :-• '_s,"½A,,.~ e:fv • ' ' • : ►~: . -1,. · ; .. rnag_istralurn _Yi~a(kia _1lo Estado e.lo Pa1·:i "\"- ·· · foltnr1a ao mn1 1111llurl1n'I do,-; de ve res, s1. ~! "- no mom nto l'lH qnc deix:ws o e-levado ~~'::,?cargo que pelo rnto popular rns fui con- ~l fiado. não viesse- te,-.tim11nhat·-vo,-; o modo inexc1'clivclmente <:orrcclo por que Yos hom·esks. jti. presligian,lo cm todos os lllovimcnlos as sllêlS rleci~õi:s, j,i affirnwmlo bem alto o indispe·1sa,·cl t'Oncurso <lo µotlcr <'xeeulirn no fonccionamento d.o jn<liciario. dcixando-ihe toda a li– herdade <1c ac~~tO. j.í. finalmente rl'speitando ª" ;;11as garantias con::;titucionac:,; pcrlenCt'nles á mn.nuten~·fio <lc sun. 111axirna iudepcndcnl'ia. A harmonia que sempt'e reinou entre os dois po<lerc", o ex_cculiYo, d1'posila– rio da !'orça. com t•)dos os meios de ac<;ão, e oju<litiario. que ll'lll o \'alor e'i.clu– sirnmPnte na lei e no conr111·;O daquellc sern o qual lu<libriado::; scrinm seu:-; d0cr1-los, significa que ja111uis desnientistf's os principias si\os de ,-crdadciro re– publicano q11e pregastes na propaganda, e que soulwstc pôr Pm pra! ica. du1•;u1- lc o periodo ronslitucional llo vosso gon•rno. O publico testemunho que ora ,·crn cln.r-vos a magistratm, par,wn;:;e, por cslc morh'slo documento. significa mais um aclo de jnstiÇtl que cst.i nns seus ha– bitas praticar; l' s1' n1aior Yalor C'llc nüo tcn1. nuo t' pat·a ohidn.r a rircnmstnncia de partir de umn. classe, qtw felizmente se tom conservado i::;oladn. cbs lucla" parlidarias. onde nem semprt· as paixüt>s que ellns gcl'am as;;cg-m·.1m um julga– mento verdadeiro da::; coisas e dos homens. Si tivcssc•is hoje assumido H direcção supt'PllHL dos desti11os da J~slado, Hilo snia. cel'lamentc, a magislml11ra Jo Pará que vos (füig-iria manifosta\'i\.O de apr1 - ço, put· 111ais fnnclaclas q1w fo.;sem ;1s suas e:_;;peranças, pnr mais lisoll~t•iras q111• fosSl'lll as promessas a c-lln fPiltis. J fahituacla ávida n10rlesln que lhe irnµõe n urdua mas itll}Hn'lanlissinu mis– stlo de julgar, avalia lllJis os homen::; pelo qu<! fot·au1 o lJlle pelo t!Ul' podpn1 Sl'l'. t· assi11~ 1ü\o juntaricl as sua,;; :i · i1111umetas rnzcs elo':> que applaudem aquel– les qlle tudo podem dar. i\[as já qne deixastes o 1•lt'\ililn cu1·go de qne ha qualrn annos fo. tes in,•p,;ti– do, proi:edenclo com elcvaçüo de animo, <.;01110 sempre prorl'deslcs, rcsp ita1Hlo, como sempre respeitastes a i11ut 11 L~Ol pura dn lei, g11urda11du como sempre gwtr– rla~lrs a (:onstituiçn.n l 'oliL' ca do Estado, prnmovcndo, <'orno E'cmpre 1n-omovc:;– tcs os meio~ pos,;i\·c1s tk garantir a indep1~n,lencin. do Poder Judicia rio, cnj a liuerdaclc janwis deixastes de 0 ·arantir illr-;,a f' intacta,{, chegada a occusí.10 de ro:; appl:llldir. lirn1:111<lo rstc rloC'1tt11nnto, que. q11a111lo outrn ndor uào tenha. lt IH

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0