Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
.•· ~~~ ---<-tj ~ ~ 1~ ff t~ Jl t Nl ensage111 do clero paraense entregue pelo bispo diocesano D. Antonio Brandao 'i~. ·"-~ Q . . ,)-... -❖--0• ., t~ ~1 _.. - ~ ~t;..... . ... ~ ')-~2.,~--!> ;<Cf;~ · · ·::;,°' ISTL\IOS com a alma chl'ia de 1q.Jcr:rnças ao j : . ' .' despon tar da ::rnrora do govemo dr• v. cxc. p' · A vossa illustração, o \'OS o patriotismo. a • (> • ; . -2. ·· clevarü.o de vo,;so espírito e a nobreza do \'o;;- J~,• " so coraçrt0 nos eram penhor de que os interes t•:; relig ioso dos [)0\'OS sujeitos ao novo r;overnUtlor h.n iam de nwrcccr-llw tocla a syrnpnthia e nttt'n,·fto. Xcslc pen-amcnto levmno,; nossas prece- humildes al,; junto do thono tlc Deus e ela Excelsa Padroeira tle--– ta inclyta cidade e d(':.lc l'nlm·o·o Estado, pedindo que a luz do Espirito-Santo conscn·as,;t' os horisontrs ela administração ele v. exc. sempre illuminado e que' o orvalho el as bcrn,-üos eh- Deu,;; ,•ie,;st' \'iYificar os Sl'llS c.:;f'orços cm prol ela paz pub lica <' do bcm-csli.lr so!'ial. (:ralo, immens,\Tnt•nlc grato . l'oi ;lO nosso roraçüo Ycrmos ne.,;:;e momento o illuslt·e gon'rnador, com a cons1·icncin Ui.JS alias responsabilidarlcs que lhe ia111 pczar sobre º" hombros. u11ir '-t'U voto. ao nossos. dcante cL:\qudle qu«> .--,·, pode tlar aos que govcnrnm a rec:lid,10, o amor da jmliça, o <ritl'l'ÍO seguro 11;t :cnda diffic- il eh• c.:ond11zir o-; porns ,ís regiões St'rt'nns dn l'clici<la<k e da gruntlczn. O qnc foi a a<lmini.-:lr.i<;ilo d(• \. t·xe. no ponto 1k vista dos i11lcre-.:ses r<'li– giosos, dizem-no os St'lh ('Xt 'ot\'º" persen•nrntes 110 intuito lle lcrnnla1· o 111\·cl moral elas nossas pupulac,•õp-; csp.ir;;a-; pela Yasti.l rf'giüo que s' c;:;lende das eo,.;– las do Oe<·Pann até as nos;;n,; fronteira,; com o Estnrto t1e <:oya .. 1:ra<:as aos L't'– c.:ursos genrrosamenlP p1·c:;lados por Y. exe. aus dignos filhos d1~ ~- Domi111:,o:,:;, al li floresce a l'alt'chl'S<'. <':-kndt'tlllo-se pela,'. 111argens opulent:1,-. do .\ragnn>, prometledora de um,l mc:-:,;e ab1mrlank de frnctos de 1·icta chri-tft. ~\. n< <;à.O l'l'– c.:11ncla tio Evang·elho :-t' 1at' f.lze11do --cnlir pelos nosso. serlôt'S. onde. ha muitu tempo, :-e jâ. nflo onvia a, nz nn1iga de )lissionario e o nosso in ligt'll:l d1: ho.it' . como o do l1•mpu dt' .\nehicta. .)lalngrida. \'iL'irn e tantos outro.::, a t{llClll n Brazil tanto rlc, ti, snh_j11gndo pt·la ,·irtudt' da pahWt'i'l apo"loliea e mais aind,t pelos .·c111plos de ,tlwnegnljflo. de· humilrt,td . de lC'I, crnnça elo t'llviallo de Dt'ns, Yl'lll JH'é!:õlll'O.'ü ,1:-,;1'11!,u·-,.;t' no hauqude da c·irili a<:ilO ehrisli\. Conv1~m rnc11cionm· ainda ti i111podanlo scr\'iço prrstaclo por v. t'Xt·. ,i cale– ch<;se, com a fundação ,Lt t·olonin incti~cna <1<' ~- .\nlonio df' :\hu·nc,rn;1, onllt' os li– lhos do µra1111e l\1tria1·eha dt' .\~"i,; trabalham na l!l'alldiosa olwa dn t·i\'ilisa1;i'to dos CPrvicolas, 1·11loni,1, qth' hok, g1•;1c;as ao zt•lo tl('llrs e ,i \'alio~a }Jl'oleéi:ào d,, v. rxc, Jlores ·0 ad111it·a\·clnw1itt', de' ,,orl<' qtll' lll'ila o, t>l\"êl~e111 de IH 11ll-111 con– l'nlle1·ni"n ho,ir com o,; ci\'ili:-.irlos. 11;1,; ~rnndes restas do trabalho. da i1Hl11sfrin, das artes, dn.; ]1,ttra,-, <' 11 t·eliw.iüo tio po\'o 1J1-.1zill'iro. ~ós. bi:::p11 I' snn'rdotP~ da Dinc1.,.;e P.1ral'J1~1, com n populnção , tliolícn du
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