Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
A tr:rn quillidade µubliea como a garantia de todos os direilos-manli,· st,:– as nís com a rnssa auctoridnde e nós com o apoio dedicado, solicilo e leal á acçrw do admini·trnrlol' be11emerilo: . A úossa ordem nllo Pt"a lyrannia. como a nossa liberdade não ern a licença. A primeira é o ne\·er dementar de todos os governos, para comsir,o mesmo e para com a sociedade: e; uja maio!' _infelicidad~ ~lí pode ser a anarchi/ Elia con– têm implicitamente·,a l1hl'rclacl ·; e .1a Stuart Mil 1, e~e;!'evendo .so~re o rrgimeu a que succedeu rm J, rallf:n a revolução de l~-48, d1z1a. que smiilh~nlc governo estarn fatalmente votarlo a perecer, porque nao garantia a paz do livre exercício tloc:: rlircilos. o respeito rigo10,;o da ancloridadc, entretanti, que o prngrc::.:so de- pende fatalmente da onleru. , , . Felizmente rerPn10-no;;, 110,; lodos,-rns e o parl1do republica11o na obr·t da paz qne ahi está, a trn~1,;1_uissft0 pacifica e constitucio~al do puder: que um:i agita,;n.o onimoda. 1111palriol1ra? sem esrrn pu!os lentou 11npedir, arrogando-s< • 0 privilegio da 11u1·eza d(•11 wernltca e phantasianclo elementos qul' ns nrnas ih e \·1,111 recusando cridPnlenH·nlt-, dt•scle annos. A C'~sa força <liss0h·e11l~· 11~ Estac~o nüo rc~usan~os, cm vcrJade, 0 l'Olµlo de democracia, mn-- democr:tt1a HT<'qu1~ta e <·h_e1a de ira, odiando iudo que dul'a, turlo que resiste. ~urln q~11• se C"n:,:-ra11c1ec1:, 11 1,·el~nrlo todas as superioi·idaclcs, rli,·idi 11 clo para .re1na.r e: 11!,-tillanclo aos ~1uc a ser_\'1rarn µo!· opposição ü tl cmoci·a- , eia q 11 ,. ama a rnl1:ll1p-e11r1a, que. re~µe1la as leis ela equidade e ela lwnr:,. qu~ co 11 tia na força il:_i \"Pl"ilacl..: e da JtHl1ça,.q11e reconhece as supC' riol"idades IC'g"ili– ma;;, que que_r a 1gualda1hi pf'ianl_c a 11·1 e abre acccsso ao porn ao t•xercicio ele lodos o,:; direito;-;; e P'-'la somo,- ll<JS. H por e:--!t•,- coi1-:tdt(Js di,:;tiug-uia Monlalc1nbe:t os dois p:u·lido;;; c1 .., 11 oc i·a li– co;,. Nós nos n·juhilninns pnr pcrteneermos ao ultimo. De facto. <--:.;a foi a -:fl oriP11taç·ão que nos traças tes co111 o ,• 0 .,;., 0 c 01 ..,,.- . ·1 rt I T ~ "' uo Q"<:lleroso e co1a ~ n,,;~o t·:-p 1r1 o 1 >era. Ouo o no.s:;o emp enho :t!!(ll'a esl:i ~. 111 que nüo nos faltn~ Mrr1 ''. ;;. rn1ho.lo .'llle nos le111. guiado a.os combatl's 1 ,acifkos ela opiui:'.lo, eo111 a ha11d<•11·a (r:1~l1cc1011al do par~1~0 _rep ubli cano parnense, co, 11 0 :,,jn- 110 de foro fJlll' 110s t1•111 dmg1d.o alran•z as v1c1ss1tudcs ~a l"ii!a publi ca, t·omo oulr'c,ra a ignra 1·olu11111a ,mpclha para a tr.rra da prom1s,;f10 o po vo i'-raelila alr.wcz as corrl'.11tr•.. "" d,,zcrtos e as d1•<;espera11\·as rlo exodo. Qwi não pn1·:i1110H o pavilh:io sarr•wlo, ern torno do qual ri 1110 s ,·,nnhaler os e rnLates do l,p111. Otte O vo:,;,;o 11oi1tt' 1·01ili11úe a alentar-nos nas refrt•gas patriolieas. ,;vru ho lo que elle é de horw..;lidad,•, trabalho í' acendradn amor á patria. · (Jue tcuhar110,; Sf'lll!Jl"f' ao 110.:;so lado o g,•1H•nil a111estrado t• ,alente•. a dou- 1 riu: r-nos com o,; !<CII,; 1·1111,;elhos,. ! ar;1 lparar-nos com os seus soc,·on·os, a prcs– tiaiai-nos com o :--ell r,,11011!''· que Ja u rapass.ou .~s c:;;tre!los limites do E~lado para irnpor_-se. e111 tod:, o 111lµor d~ sm.t re:re1la?1li~ad~ 1 ~ naç~o ! 11 tcirn, de qu<' r- 0 ,h'. Jose f'ae,; dr• Carvall,o uma das mais solirla.:, e md1scuhTeis b;pi•nmças. 0 findar n .;11:i 01w:fw, n·peli1las rezes interrompido por· pahuas " appoia • tlos. 0 dr. rtl1111· Lemo.; l'r,li·egou a!'. e~c. ur~a mensagem gravada ,,um grall– dc cartno de praia fi,-.c·a. t·<'.111 desenhos cm oiro, de ~lto rcleYo, I' olJ(fo se lt~: -«HomPnagem ,. gl'illidão do congresso do pa1foln HPpulili,·ano ao fun(h– «dol" do mesmr, p:ufol~. d1. fosr P~1p.; de <:arva!l10,-(se,g11rm 11 .~ (/.~Hiy,,at 11 ,.;,s do.~ ,r;o rlde9wfu. //////11/ 1 /JJ(fl'X ()//fie crmst1fuem o C'On!J!"l i?)· () carli1o :wbn--. 1• ,,1wP1'1'arlo cm elegante f"artena de clingi iii, ltll'l',Jda d,· , sGd t <'armE>é'in ,. <'h:unalol<' az~l-ce]e. lc. . . Do JarJo t' xl nrno da 1·arll·1ra, le-se, em lelt·as rl oiro: «As r.om 111 i-.-.i1 " 1111111i 1·ip,1c::; do partido Hepublirnno, ao d!' .1 0 ,.,: l'al'" de 11C 1rvaJtJ(),.. o
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