Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho

• a E tação Sanitaria, quP se tratam dP installar alli, com o material neces ario ao crYiço da desinl'ecçüL'li µara bc11cficiame11to dos nado ·, e tnc:5mo a ·ervir de Lazareto em raso de 11e1· es,;idadl'. Hoje os nario;; qu<' denwn<iarL'lll o µorlo de Belém n,10 precisarào ir :í Ilha Granl.ie µara. anear-sc. Em Tnluocn cm·ontrnrilo o material nec\•.;•,1rio a um erriço <le desinfe– cção rigoro n ck toda a eonfia11ça. Medida p;;•a 1lc µr,rncll' rnnlagem, o seu alcance é intuitivo. O expurgo di> navios procedente. 1lc porlns in!'ccc ionado - ou uspeilo podendo ser feito em Tatuoca. C!\·itarêi ,·i:-:it.1 a 111,a t:rnnclc, 111aiore· despezns e a ,mrnde llemora no recebinwnlo <las mert·adori,1,,, pn·juizos do commert:io e ,·exames inuteis a0s pa.sngciros . · Entre o· diver.,;o,; lw11efil'io;; t'e ilu:3 á hygiene publka salienta-se ainda o fado cle ter ani111aclo e dc,a•11rnh·ido a i111111in-ra<_:u.o. tanto na1:ional como exfran– geira; o de ler .procmado_ ,Ln . norn nlenlo á nos·a agricultura, que delinhav,1 1 empohrccicln. lral'a. qua,:;1 111or1lipnda. E este scniço Yale u111 tllPlltt ramento hygienico, pol' ser caminho para a fartlll'n, l'onte OL' :;,uídP <· du aieµTi,1:.: poµulares, pol'quc a alitncntação sã entre– tem a robustez do cnrµn. l<1rn,11Hlo-o mais resistente .is ent'l•1·nüJ.lde,;. Ao sr. dr. 1\w,; de C:arrnll10 d1":e-.:;' a exislencid da a~remi,1çJ.o scientit1ca, rlc que o l'aní Jft1lir•,1 t'· or;.(.1111. A grande ohr.t de lt~:.:-icnista qne o no·so L'.olle.;a 1·Lultou, nos annos do seu prollcno g-rJ,·e1·110. ,~ n'alt11e11lL' di~1u de apreç" e o,-, ·elev,rntes SL'n·iços que 0 1·, dr. Pac5 de C·1n·,dlw, l rnno r:nn•rn,Hlor llo Pará, prestou ao E~tado e i Palria n.1ll'lll ht'tn ,1 g1-.tlid;111 dn po, o paral'nsc. (l'aní Jlnli1·0-Janeiro dl' HlOl).

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