Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
T~e~. ~ .-.------~ ... ., ~~, ,·uslo do piccioso liq_uiC!o, já pelo waior 111mu•ro de ehnltlrizcs e toriarncs, onde . ~ o povo recolhe gral111tamcnle o que hchl'r f' r·om qne lan1r- e, e lmabcm pelo ~t· rrcsC'iinento da -pop11lacflo. Entr _tanto as fontes lk supprimcnlo fü:aram as me mns: natura l, poi:. 1 .,~ seria ,1rcar-se com a falta, tornando-st' p:::ta mais rlmn, granrlcmente prnjurli- ~ eial. nos periodos de estiagem. ~ Em primeiro lu!!ar propoz-se o sr. dr. Pal•s trc r.an ·alho arrcn1lar o sen ir o, ~.1 vi,;anil? poupar ao Thc~ouro :~s dec;prza-; _e_lcvadas ex i;.d d~1s pela imprescincli~l'! Jil~ nece!":;1dade d<' taplar novas loqtes; ad, rn1r1r onlt·as mach111ac; e repara r as cx is– f lt n[p,;; r·ornprar <: as-:,•nlar 111nis d11as r·aixac; d".1gun, -alteando a actual; subsli- 1 tu:1 ª, parle mais unPrnsa _ela canali ·_nçüo. rtc. , · falhando esta tenlalirn. consc1O do mal que a folta d ugníl <lC'lcnnina l' lll um !!rnnck cimtro de popular;-ilo. o c;r. dr. Pacs de Carvalho anctorisou logo to– do· os n-,tslo:-. sendo conH>c,-arlns . "111 maior Jwrda de lelllpo as :;randes obra ::; l'ID \'in dP conclusflo, que já visitamos (' IJtll'. rt·nlisatlas no lodo, fornece rão au; b •lemensc>s qmíta superahuncl:111lc de a~ua pola\·el Heformon o .~'.;l'\·i o ~·anilnr!o do ~,.:larlo. colloeanc!~-o elll _bom pé de pn· ._ t~hilida<le. Arnphon os lnhorn.lor1os l'X1stt'lllPs, (JIH' auxiliam ho,1e o nosso tiroci– nio clinico E prestam rekranlr~ :--l'l'\'iç~s a lodos rn: ramos da admin istração; llll' – lhornu o scr\'iÇ rk prnphylax1<1, a111pl1an<lo as precau~·ões (!ntüu re,.ulamentares fazendo a('quisição do mat,·1·ial rwr·l' '-ario ri" desii1fecções . dl' r·ai-r~s para frans~ 11' porti de l''"':-oal P clot·ntrs ele 1nnll' ·lias inf~•c·_to r:onla~iosas , etc. 1 E,-taheleeeu b:.1-;C's para: füzer-,e a polirm elo.., ·1111111aes; melhorar a fiscali- \ aí'ilo dos ""11l'l'OS nlimt•nti,·ios: f1111cla1· a pharm·te;ia Central do Estado. onrlt• J • &e;i\o avitHl~s os rer·eituario;; dei· !io ·pitat> , eorpos militares, a,,ylos, institutos ...t profi-;sion:H'"'· org-ani,.:an~lo-~C' ambul.111cia'- .. afi111 de serem e ·r!'.'didas para O in– lNior, em c;occorro dns 111J1gcntP-.; o fu11ec1011amt.nto do c;en·1ç0 medico-rnuni- eipal. dderminanclo umct t:va. proporeion,d ;i n•111la do nnmicipio, c·omo auxilio de tinaclo ao pagamento do 111t d!l'o, '('111 1 0 1 -:li cl<' no111ca<;üo do intendcnl,·. E outras prnvidC'nc:ias louvaveis. ,\m:"'º do Pº' o. conhrc<' lor dos 111,d:s <:l~e aftli~e111 a plebe, cl<'ixa marl!a– clos o~ .iliee1·c1•:c; sobre os qual'S e;". 'l'"U 'ra ma,· tarclr• a , J>0lyclini1:a paracnc;P». Enl:10 o ckslwrrlado da fo1'111na tt•J'a a par d<_> r•o~1st>llio do 1•,:;pL•cialic;la O ,·l'mPdio qu, es l' n·,·e·t,ll'. T:unhl'lll .. no l011\',1_n ! 111l111llotd~• serrir_ j)l'OVC'ilosantenll' á 'l'lll•' ,nai c-arPcedora ele 11w10: pC'runrarro . C':, ,1 u1O a ol,rw.icüo ele tH·est·t t· , 1 · . t ·t . 1· ' . ' e 11 os mNlicos rn•micipat's a · stencra. (7r:i u1 ,i aos 1111 1g1ml1' ·. nl~ 110 dornieilio cres:b 1 s. . C1Jichwio cm cnnsC'rvar a l'lll1'11le prt ,·iosa ele nudt' .,aJwm, dt• um a 11111 _ tai,lo, 1 \·rnu1to., 1111(• rnncorrPm p ll\l .º tllf\'1'111 .. nlo da popula1::lo, 0 ~t·. <lr. Pa<'s de l'an , 1 Jho (lPl'rl'lon as b - p.1ra n lun,lação rle um,1 111alt>rni,l·til"' 0111 . 1 d ' ,, < e a pobre lllill' f'l•1;1..m I,~ podr r~,f( ,ln _ll•11of~hol. e ai· (' preoctu1,1<l,1:; t'Xigencias 111:tl<'- r.,ic., d v j,(,1, , 1,tr a 111:1. <' a 'a 11•1 o r 1 1t' o e o c:,,u rentrP. A - 8 irn rlirnirmi •á fun<'cio11,111do 11 mat0r~idad(\ o numero dos anti-morlo:;: dr ( l'f'Sl('l'cl o quantum d•• 1 ,prrh. C'lllrt' o nov1-111to '. 'ob o "'OVer~o do sr. cli. l':ws df' Carv 1~10 f~r t111 _in ,tu~uradn.:: Ires impur– t.1 ili si, o ho 11lac '. c~rr<' pondt t do e h•" ,t._: · 1 g• nc1.is 8CÍl'11litica • iuodPrnas, o Jfu.,>i.f"/ d, ( or11l,:d1 0 um v_ast~ pal,1 ·10, f or111a lo de pavilhúe-; qu, 1 ,,íd1•. t·r . ,n iderado ao mvel doe; P 1' 1111 E'trc ~ do JJ, indo. 1'1 i111 t pt lo roul'~rfo ,. ro1. li~üp- lry •irnk1,-, p 'o a, io, oslPnlan<lo 11111.1 inoh:'i,l lt1 ·uo '. 11 it·ilamenlt• n t tltn1 da in tituiçfl.o 1,w •arrraila co•no ltril't ,e liéi, 1 > p.11-., • ·u e rente 11 a al- ♦ u ..1 <to dificio, rJUC' · um mo11mn >nlo. . , ' O /)ou1Í' go. Frci1•r, para fc. bre arna1·ella, Jª :·011hece111 º" 1, itorrs. L:í se e11 Ctrnlra turio qu 1to cl • nt~vo <' t0,nli_ere p:1_1,t llula1110nt,1 du typo ide rnid,·. o m•• mo s,, pótlc• dizer do • . • d 111 8 111 <n, P 11 u o lral, 111e11lo exdusivo dl! •a- i io o o::. . . . (' ; " 'I ntlo a pt> te bubomu 1Trom1,1rlo na ·ªl I il I e\lt nd, o. r. dr·. l'aPs de Car- v111r1,1 prov1d<'ncíou para cru<' fossrm aprcssarl?s e ull'.nthdo' os lrabal 11os, que :e -;f \Hill fi1z, ndo a e.·p n ao; o Estado, na ilha da fal 1ot 1, de modo a provr, 1 o ' .
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