Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
• .: l· '-+-+--· ~.~~~-❖-,._.:- .[1)lfl 1 f l .h 11 (;~ '~ 'f ] ., J r Btnefica Aün1ini~tração ~11"--;~~__,__ li t l . \'TE:--; tle 1lizcr :sobre a bcnclica e prolítua ·aduii- w 11i"trn1,;ão do dr..fo ' é Pac~ de Ca1Taiho. . .-:.,e e-~ ,., ..,. 1·s<:larcrido estadista que .deixa a dir1'c1,;,io pri- 11wira do E"tado, de,·o declarar que. livn-. indl'– ~~~ pc11de11tP d,1 µ-nnrno estadual. uão me mon outro '-M~ ,,..sentime11to. semi.o o ue reconhecer e agmdec-e1· pub1i– ,~ ~ ca111rnll'. eomo parnrn::;e qt11' ~ou, o muito q1H• 1kn· 111inlli1 terra ü esse sr11 hrncmcrito lillw. Cem o politico. s. <'\ ·; .tem m·il·1lt:11_,:,ln ,rnp1'ri0r e po.::;~ne a contep,;ão !,mm. o !..:Olpc de Yista. rap ido ·~·~·111·0. a rP,nlt11:,lo prompta e a energia. in11uc-bmnta rrl 1· "erena. do~ honwns ~IH' dt·n·111 :-.cr n., diriircnte-s da· modernas soch•dade.-:. Ami~ da-s thootfia.; liut'rnc-,. ao -,ubir do poder. <L1tercntlo perpctnar os nu- 111!'.S daqnell . Õ'ú , 1 ccdcnu11-IIH.' 110 < lorcrno. li!!on-os :i esses doi:-; c"tabelcci– lllCllto.- dr ntili:-, 1 h "' li11.;: n I n:-:titu tn 1l1' E1liH·ttndos Paracn ·e· e o ( 'ollP!..:iO do .\ mparo, ao rn ,·ez lo~ 0111 ro-, !toml'11.-:. prue11ranclo elrn1.r-t-m pelo me rito 1h' ~na-: nliras e não sohre , s dPstru~:o,.. do.; l[lll' ,·ic•r.u11 ante.-s d'ollc. Depois, attrndrn<lo o p,tadn l'l'itic11 Plll <LUC tkaram as tinança.-: do E-,tfülo. el!P paraly:-:on ª" obras publita .,. f<':t. eeüllOllliit~ rcac~. consrguindo l'nt1.i11r,u a ,..itna~ão liuntweit·a; e tendo n·nnido o-: rnc-io~ matcriae,- ncccssario,., a dcn1.1,;:1o 1la qramle obra qnr tinha i1h-ado. mnn:hou intrepidamente para. a frcnt1'. ,cm hr– -;ita,õe:-;, proseg-uirnlo ;.,cmprr. apczar dr todo,.: o~ trope,o:-; que se lhe antoll1:1.rn111. 11n. !.!Tat1<lc tarpfn, do lcvant:uncnto intPIIPdnal e material ,10 8CU E-;tado. ' Protrgru o llesr11rnh·ime1 1to d it~ al'te:-i e das ilHln 'tria.s; lleu a instrnl·~ilo l' a <·tluca~ào pnhlicas, a un ica li:1.sc Lia pcrt'cctihiliuade e felicidade de nm puYo. a rnai · pro<fo·a uilt'usào: a:1i111011 o comnwrcio 1111c dcYe-lhc innnmero.-: bruP1i<:io <'. romprchcn<lrrnlo <[Ue a mai, .,P!.!'tt1·a fouk dP riquPza de um po10 1• a ;-;na 11!.tri– cultura. ellc fomcnton lar!.!·a111P1th' a immi!.!Ta1;ào nacional, indo a,dm cm pról do pobre e i11fL,liz povo ( \•:tn't1"l', que· hastaute lhe dcYc, e a cxtran!.:'eim. com o tim 1lc trazrr P~ta o eonht·t·imrnto e pratit·a de 11orns indu-strias á ' cla,-:,;e,- laborio– "ª" e pob1·c'-" do E"tado. dando ao í'ar:~ hra,o" parn a. culrnra. dos :-:ru,.; uhP!'l'i– mo;., tct'l'Cllns; itlit·inu o "anPamrnto ü:1. ('idade, 1•1·ca.11<lo cstabell<'ci111rnto,.; tk lJ~– gicnc compath eis eu111 a ..,i(ua,:iio tia :-('il'ul'ia hollicma; ex.et·ceu ::;ua activi,hulc 1' prolicicncia cm toào-; o:-: ramo" d1• -wr\'ic·o d:1 aumini:tra~·~o e, finalmente. ft~:1. co- 11heel'r l,t t'tírn, ti tnda,; n.; na1:1il's <·1tltns '[lll' o Pará não é uma terra inhabihl– wl. nn contmrio tP111 o ~l'u <:lima allH'tin t' o ;-;cu solo fertil. )lais alto dü q1tt• 1•.,ta'i linha-, falam suas proprias obras: as colonia-.:: n 110.-;pit:ll de amardlento. ; o lltqiital <ll' ,·aifoto:-;o.-;; o sancumrnto da eidmlc: o laznrdo <l<' 'l'atuoea. 11 <ptal 110:-- diHfrt'i" ilias da epidemia. que in·ompe11 em ,li– Yer,.;o.,.; porto.-; da l◄;un>pa e rm nutrn,- lia ~ul-.\mcriea, ,·eio prcencll!'l' 111M liwnna no ~l'l'\'l~O sanitario do uortP dn paiz. :-1c1Ti1;0 inolvidaYel prestailo p1n· :-:. ex.e. a e,.,h lauoriosa. populai:ão. ao ( 'nmrncrcio, ao extrangeiro, á. ct1mpanhia-; 1h~ na,·Psta~:ão t'. tinalmmh·. a,i !!u,·1•n111 <ia l 'niiio.
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