Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
EnsinoAgricola, Industrial eArtistico $oh a admini$firaçào pae$ de éarvalho. ~ . 'j~~:~~=:o, •~:;:,:,isliros <lo ullimo ceculo é a b , attrihu1çii.o do poder publico l'IIJ rnutcria de en- "1 ;, -,1 .,..:_.:i.:, sino. Até cntüo o E ·lado só cuicla,a da tribu- - r.,.-: '" lação, da clcíesa nacio11al. do culto e, quando {•, 1nuito, do en ino uni ,·crsitario. ::;impl(•;: ornn- 111e 11 to inlellt•dnal ,k liu1ilnclo numero de eleitos. Do mciado do ,-.e.-1ilo XIX l'll1 tleantc sente-se e boçar noY,l ordc11t de cou2as e ao long0 ,-\~·Sl' hroxule8r cs 0 bcllo ;:;ocinli,.;1110 que impõe ao Estado. \'Orno dc– rl'r palrio, a in:;l rtH.\itO obri••·atoria das massns populares. foram os poro,, c-u lto;;, sensatos e clnriviclenlcs do grupo gcrma11ico os pri– llll'iros n'c•.-;a bell is,.:ima c·ruz,1cla <le nlaqtH' ao analphabetismo . lloj(•. nw1·cr de Deus, nem um scí povo que• se prPsa de ci\·ilisn<lo furta-se ao clcvcr do ensino. Hernclito sc>_j;1 . poi,;, o seculo illumin,lti\'O q1w se chanrn -!'...-1·11[0 ela.~ 111:('8 ·' Sellllc, santo l' s,·nha do,; tempos presentes o cn;;ino obrigatorio para todos, a ncnlt urn lto111e111 publico é clarlo c,;quivar-se da obri~açao ele disµen a1·-lhe o mais desvelado c11idauo. sob ri;;co ele ser estygmntisaclo pelos seus concidarlilos. Mn i leliz é, porb111lo, o E,;l.ado do Par.i, porque ahi jamais faltaram zelosas vcslaC's para av ivar o fog-o na ara-sacra da lnstrucçií.o. E, sem offonsa ou olvido ao;; en·cntuarios dP tão sul>limc: culto, s1'ja-mc pcrmittido lleslaca1· 1k11tn• lodos a pessoa \'Ctwmnda do cxm. sr. dr. Paes lle Carva lho, cujo vullv se salienta em alto relevo no grupo dos hon brnzileiros. qua ma is fizeram tH·b inslrnl·ção popuhtr. Bella e suhli111t> co111prehc11:-;ü.o tivestes, oh! Br.1zileiro Illusln', da missão que o voto dos Yossos t·o11,·i1laclãos vos dl'U para desC'lll{Jl'llhar ! Sah·c, vo~ dizem. por isso. eslp,; lnhio~ que jamais µronunciamm lisonjas interesseiras ! f.,nlrn ! vos dizem os que c·ornmu11gnm comvosco nos mesmos idcaes ! ~alvc ! vo,.; dizem tamhr.m os que ,·eneram as vossas , irludt>s peregrinas ! Salve! \'OS di1.c111 º" orphi\osinhos, ns viuvas l' os enfor111os ! Salve! ros lfüão t•m coro solcmne as gerações fnlurns, quando houvp1·cm dcsappni·ecillo as di:5- sensões passageira..;. que a algnns ainda cerram os lnhin,.; J A admiui-:tra,a.o do sr. tl1·. Paes de Carrnlho 111 'rece de fado hosannah:,; <los Sl'llS eompalriolns, \IS qt1aes, eomo eu, mal sabem qual mais admirar: si a impollula hom·n<lcz do .:cu governo ou o e"pirito do mai:=; a<liantndo pro•~l'e::sso. F.: a orieutn.,rw Sl'" Lm.t cio sen g-oYerno <' tanto mni,; digna de louvores,'llHlll– to é sabido lr.Yc elle que luc:tar na ('-;colha dt' bons au:xiliares, qm• o scctmdns– sem nos diffcrentes cl1 parlau1rnlo,; d;1 g"O\'ernan,a puhlicn.• 'uo übstante, powl, elle, no eudo lapso ,lt> um q11atriennio, erear scrriços novos! reformar e d,~s n– vol ver os jú existentes. .N'cstc ultimo caso csl.í o i111poncntL· In.,lif11lo Lauro Sorl,•(-, c!,,laht'll'ciml'nto e reado em 1, 77 para prop111·ciona~· Pn?ino industrial :i:=; l'l:LscR opcrnria parn– enses; rna,; qu1• vinl!il trazendo ,·1tla tnCl'l'la e ,·acillantC', utr que o 1'::pil'ito eu-
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