Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho

9 1 ~ ~~ ~d ·~ t . .., ,:) t e: _,~ "" . • A Sob a administração elo Dr. Paes de Carvalho Finanças e >-~'. -~- :, ' . _;í' do;~ai~re- bcneticiu" prc, tados por~- Exc. o Sr. , , Dr. Pae de Carrnlho ao Estado. foi incontesta.wJmente !"':' . ~ . . a reforma. do orçamento calculado -ob a ba-e de 27 d. ~ r :' Nuuon linada. no. sa. receita. em ,.ua qua ·i totalidade. · ,.,j I ao imposto da bonachn . ,u1nnalmente au!!mcnta.Ya · j r;, v nã.o :;ó tom o accre. ·cimo tlr 1noduc1:,1o ,1 ·es e genen; .i 1, º como pelo preço por Pile adquirido cm papel moei , beneti<-iado de mudo cx.trordinariu pela. baixa cambial. l~::-1a ean ...a. perfoita111en tc accidcntal. rcth•ctio-,c de rnu1l0 dc.~lumb•·ante :-obre 0 'l'he,onro <.lo F>;:tado. con-i<lerado prospero. e ao n1esmo tempo f!Ut' o mo,·imento· comuwn·ial adquiria ma iores lucros. era o Estado obri!.rado a maior('.:; <lf'>-()l',,a,, a ornar sé•ri11s compromissos exigidos pelo descm·oh·imPnto de sua ae,ao social p t·on-;equrutc amnnrnto de scn·i~os nos din•r::-o,; rnmo · tia administra\ãu publiea. { m lfOVCI no prceaYi<lo 11ão podia ,;em cno dei'\ar dP vrcoccupar-:-c com a,; ,·:w-.ilS do nos-;o feliz c,;trcln tirnrncciro. para mantl'l-a-.; ou aU!..'lllental-tb ,e~nrnlo :-;11a,; forc:as e dr,iunio, . A ean-:a r, ui do a1wmr11to dr produe,ão foi JH11· :--:. E e:. hem cuida1la. alJrindo 110 yos campos ao s<'ll 1I Ps:t'll \'oh· iml'nto; sobrl' a 111·1·,,.,. :011al. do Yalor tla. hona ·ha• .--cria impossiYel a ~- ~:x<'. dirrctaml'ntc i11t!uir. eahia-lhr por,·m 1l cieH'I' dr ,('– riamrntr ('-,tudal-a. J~;ra o rstllllo da mas;-;a monrtaria t' ithtahili1la11P dn , alor de :--tw unida<l('. da fa ltn <IP fhidcz r<'iatirn. ao seu valor intrinspc11. (\lmprchrn1h'll ~- Exc. que rn1::;,o principal prnd11l't11 ... njcito :i t-1,,t ad rn– lorf'/11, r,sendo o ,,,,u pr ço 1letcrmi11ado cm ouro. a i111p11sh-ão nada sotfr,,ri;t tom a, o-;eilla,ües do \'.tlor cn1 1><1pcl si con-si1kradit fo.'-'I' Pila rm onro. ('m1,·prvada assim a unid:1 1 lc, 1•rc.,eia somc11tt tum a baixa l'illllhial a 11uan– t id:ulP de papel dPpreeiadn n•erbidn 1wlo The,,oa 111 1•. ,,.. ;1 a 11<10 llthsn tl1 1 pP -a a el la ,;n,Hta. forço,am1:11tc o met:lllisn}() füm11eeiro s11tfr1,ria quando a q11a11tid:ulr di111i– n11is.-:P <·nm a alta tambial. embora fo,-,e mai;.; rnluri-..:ada. F1111c\.io 1la quantida1k e rni 1la quali,l:ult, a 11P,1w,a traria um 1k,i1p1ili– hrio 11n;ame11tal'io inf'alli\'el. lkspre.·:1r n ,alor pelo ,nlunw. a ha ·e l'1'al pela Ya!Mi-.a~:lo tH'l':t innal. a 1·1111,,r11uc1wia · "l'riam f1me-,h-.; 1' 11.111 podia o 1,;..,tado coutinnar com o úl' ·anll'nt,l dt· unia <ksppsa li,a suhllrdi11:1do ao tk uma l'l'l·eit:1 \'arian•I. () al\'itre d·,'. l<:'\e., acritn pC'lo ('011;.rn'.~,o do Estatl). tlc t·alc11ln1 n l't'- 1·<'il:1 Plll ouro e p-;f.1b •keer 11a mr ·ma P.,pl'l'ie a d1'~P<'"ª· \ <'io dai· a e,;tabilitlad1' pri>ei..;a ao ThPsom·o do E..;[uclo e b1•m clara e positirn1urnll' o ort,:ame11to 1'lll ouro t,11·111m-se \'alioso dnL·nmt'11to lla biia politien linant·t•ira d1' :--:. Exe. Ji;m n:ula all1•rn11 o 110\'o sy.- te111a :rn <[Ili' antcrio1·1111:11te t' ·taYa cstah IC'eiilo na admini,;tra,;:üu. ( 'on,1•1Ta1lu o mo1lo do :11~1 p<:l'l'l'IH::lo. u11ieamL'llt1: no Tht•.,011m faZ-st' n 1·011Vl'l'sào PI" 0111·0 1wlas tax.a s medras t'alllhiac.· do,; IIIO~l·, <' t>n:--itkra1h)., 11:h lei-; Ol\l\llH'lllaria,, t' o~ . r n k1) · puhlieos 1a~os 11!'1:i tax.a eamliial m <lia 1h1 J111•z pn•-anterint· ao em qur Pile-; ;-;e rca!L.:am. ('01110 complemento dr.~ta nH'<li<la ath 1 pta1la Jn~lo E... tado tlc rne<·ni1i. rnu tiio ' r

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