Paes de Carvalho polyanthea, administração Paes de Carvalho
i .. "' , -....... 1 /g , / 1 ,., ,, • i oj 1 p , • i • AColonisação do Pará e a administração Paes de Carvalho ,.;,;;..~;.:;..;;...,..:.....---- ·To \'iya salisfaçlío prestanclo. mti::i wnngem publica ao Exm. Sr. Dr. e Carvalho. Ulll:1 YéZ, José Paes •\ intensida1le d'csse prazer rem espe– ciahnentc de ser o meu aclo, um ado de - conscientia, n minha acção 111ai$ o cum- ~ prirnento de um dever de justiça do qt <! uma dem nstraçüo tlc a1nisn. dt'. Felizmente os anteccndentes ele minha vida como homem particular, como cida1lfto. como funccio1rnno me g,1r,uüe111 contra a pecha de hypocrisia ou de lisonja que a mald,ttlc 5empre mjusla pudesse assacar contra esta e lodas as outras minhas ,lcmonslraçües i<lcnticas, nn occasião ,;okmne e, como quer que seja, commove– clora em que tksce do pOllcr par.1 reentrar na simplt'S lila de cidadão, aquell • que, anle5 de tu<lo, ~ u111 l,~mem ~lc espírito e_ u111 l_1omcm tlc coração . Q,; factos uolor1os da nunlm ,·11la tlt' funcc1onnnn. durante os quatro :1.1rnos do ,, 0 wrtw elo Exn1. Sr. Dr. Paes de C,wrnlho. me d:w o dirdtn pleni-;2irno de rala~ com isenção e f1·a11111ll'za do íjlll' foi ps ;;a alltnini;;traçilo . senão no :-c•u on– junclo, p1ilo menos _na pal'le_que eu cli_r: c.ta (' rontinu;11111'nle aprceil'i, e <1~1e, por feliz. live a honra 1111nwrecula 1k tlmg1r. n'ecbenclo cott;;lantementc o influxo das intençües honesta;; e pall ioti-.la5 elo Gm·L•rno ao qual, ah'•m da fidalga gen– tileza das suas atteuçfies, d1•,·o aclos de ju--tic;a tão expontaneos e trio decididos, que se lig,1ra111 perpclua1ncttte nu meu corac;:10 ck holllL'lll e no meu rt>speito de ci(l,tduo. Errar é propri l do ho111en1. ~[a-; (:ll lenho CO!l\"ÍCÇi\U C ~;;perança de que qt lindo o l:ovl'l'!lº •~o Sr. nr. Paes de l'arrn)ho púrlencer definith·a,·,u11L•nle ao pnsrn1lo. e, _pch~ latahd 1cle rias cou:-::'.s. s~ npns1g~1:nc111 a~ aspe~as e n 11 1t1las \nela;; rle hoje, a JUsltc;a. pdo mcno: essa .111st1c;a rclatn a que <' a n111ca qm• os homens sahclll fazer, se rel!Pdir:i rom St't'l'llll clarid,,dl' sobre f:'!:,;:es netos, discrimrniando 05 :l'lb erros do· t'L'l'O · alheios, pontlernllllo as influt neias incvitaveis do meio t' ela occa-illo no"' ((11:ll':'i nenhum hou11111 pcí,lc fugir itilC'iramctll.c, e cnlno no ha– h n~o d'cssa rul111i11islra~n.o th hl•tH'firio h o 1lc sobr,,pujni· ri,, rk~acertos, e •lle Nrá L' :,,entini ,L j 11sliça ,ti, St'lH roncicmdttus prul'ur,1\-0 na lahul.t nohre da di • nica, omle a 11.1 presen ça é sem pre uu1 on ·olo e 11111.t esp1'rança. Pos:;ll c1n toda a \ erdn. de lt•:-;letuuuhul' o em1,c1 10 do Exm. Sr. Dr. P:ws de Carvalho di,1 1cn· dia, h ora pot· hút<l. e11L b ·n ficio <la irnmigrnçilo e loloni,,a– çüo 110 Para, St•rvi~o a que elh! fn111l,Hla111t.>nlc li~on o· ~eu:, l'.'l'L'llPnle-s Llc jo !"obr o llorr,cirneulo do E5hdo. u1,~I i 1 :rn,hH,e da'i 1011111 la:; 1~,.;fr<'itas L' L't11 peci m::; tia buron·:11 •i,t proLlH\1, conltccer t1irl:'danw11t,, ,\ lodo::. os cn·i~o:: altincnll's :iqu,.11~• a:sumplo, por elk se inle1·e :::'l\',t, SL" uind 1-0~ 111 ,;cu dt•-.en, t•l\'im1 nlc. r mctli.wdo. pro, 1- dcue:i,111 l0 ludo, , 111 cancciras, :ot:111 oslenç, o i 1 np tlir.eule tlc auctorida !.e, ,1 • • \)
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