Os Jesuítas no Gão-Pará suas missões e a colonização bosquejo histórico com vários documentos inéditos
CAPIT ULO III CONTENDAS E PRIMEIRO REVÉS I. Unificação do governo do Pará-Maranhão. André Vida! de Negreiros eleito para elle. Vieira novamente hesita :fo partir. - II. Lei de 9 de abril de 165 5. Disposições da mesma favoravéis aos jesuítas. -III. Effeitos da lei recente. André Vida! ordena o exame dos captiveiros. Desordens em Gu– rupá promptamente punidas. - IV . Vieira e a rainha Dona Lui za. Cam– panha contra os nehengaíbas. A viagem do Ouro. Expedição ao Camocim. Fim do governo de André Vida!. Progresso das missões. - V. Governo de Dom Pedro de MeUo. Descontentamentos no Pará. Revolta contra os jesuítas no Maranhão. Traição do governador. - VI. No Pani, Vieira pro– cura conciliar o apoio da Camara. Segue-se um movimento popular. Pri- são e desterro dos missionarios. ' I ,mílCHAVA-SE Dom João IV doente em Salvaterra, quando o superior das missões chegou a Por– tugal. Revogada a lei de 1653 ref; renté aos capti– veiros, a metropole continuava a occupar-se dos negocios do Maranhão. A organização politica fôra outra vez reformada, voltando as capitanias autonomas a um governo unico, com a séde em São Luiz. Era isto uma victoria para os do Maranhão, que esperavam ser melhor aquinhoados na partilha dos escravos, podendo agir mais de perto sobre a au– toridade, por mandado de quem se abriam os sertões. Para isso contribuira não pouco Vidra, escrevendo ao soberano:
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