Os Jesuítas no Gão-Pará suas missões e a colonização bosquejo histórico com vários documentos inéditos

CAPITULO VI O ORGANISMO COLONIAL I. Principio da descoberta. A seducção do E/-Dorado. Riquezas mineraes. T entativas diversas em busca de ouro. - 1!. Outras riq uezas do solo: o reino vegetal. A caça ao indígena. Crueza dos invasores.- III. Enthu– siasmo da conquista. Immigraç~to . Qualidade dos povoadores. Numero dos habitantes. -IV. Desillusões; vida mesquinha e sem conforto dos colonos. Estado social e economico das povoações. A escravatura unica industria e unica riqueza. - V . Fontes diversas da escravidão. Intervenção dos missionarias. Despovoamento do, sertões. Excessos e tyrannias dos senhores. A importação de africanos. - VI. Mechanismo da administração. Turbulencia dos habitantes. ,Os capitães-móres. O clero. A justiça. - VII . Systema tributaria. Receitas diversas. Serviço militar. Synthese da vida da colonia. I REBELLIAO dos colonos maranhenses era como que a crystalização de seus anhelos, tan– tas vezes formul ados em queixas constantes e actos de vi olencia repetidos. Assim considera– ii,;;;;;:;;;;;====;;;;;;~, da, a commoção ganha maior vulto aos olhos do observador. E ste ultimo excesso mostra-se corno o natural prolongamento da anarchia anterior. Não importa o pouco nu– mero dos revoltosos, o campo restricto do movimento, a fal– lencia absoluta de meios de resistir. Dera-se a explosão de sentimentos havia muito compritnidos. Ambições sopeadas, iniquidades mal soffridas, a raiva de se verem explorados, po r outros mai s poderosos, aquelles rr1esmos que só para explorar a terra nova tinham vindo, tudo isto dizia a revolta. E esta 1 1 1

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