Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

• . , - ·~ 91'%_ .,.. • .. , : . . •. como ao m~si:o nome sl entende., franquia, he lugar que se dá a na- • 4 .uios de amiguos pera em ~ualque.1- ·• porto que chegão poderem fran~.a- • mente nego~iar , .refrescar-se, aCP••·• lher-se, e consertar-s.e , stm por is.;. • s..o pagu{ltem nenhús dereiros nos di- tos porws , •raiada qu .:: leuem as fa. • zendas qtTe .dentro em sy tem pera Reinos estranhos. ., E a. franquia desta Cidade no modo e, que sempre esteue, nunca foi prejud cial aos dereitos de V.ossa Magestade , nem da nosa ao de mais da essencia de vosa fa zenda:• corno se verá polas rezóes abaixo apontadas. . Esta Cid ade no tempo que er.a. de Mouros tinha franqui a , e depois. que lha .ganhamos .com dobrada n;,;. • zão a teue , e deuia ter., porque co– mo na11uelle: principio por re1.fo da$ l-. guerras e~amos terror das Nações de todo .este Oriente , necessario foi para perderem o escanda lo que ~ nós tinháo , que na .paz achasem • , ...... . em ........I' •. ~~-~ .. -~ ... · ,.,_

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