Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

. .,_ -~·-8,~ ,-. ·. . .. ' • 'f . . ~ .. nos JUtamemos ilço~ e estcmu-., . ntas. E sempre -nece Rei nu se ri- .,J • ,> .., • uerao .por suspe1tozos , e por~LJe nao • faltâo inda desordens .com quanto• se niso próueo , achei para as eui; .'. • tar hum meo muito bom , de g ue me pareceQ deuia fazer lernbrança a· Vossa ·Magesrade , qoe he esre. _ • • Qye rpdos os Capitãis Móres .. . elas ,Armadas 1euem com siguo .os Alardos dellas n'um canhenho , e todos os mezes .corra .os Nau ios com elle , ·e , ·os .Solclados que fa[carlh:: porá verba na margem , e o que firiram , e matarem na guerra , ~ mesmo, com .<lecraração das feri.das . que lhe deraQ. E o Capitão que to– .çnar. Nauió ae ladróis • .tambem se lhe -porá a margem , e tanto que a Armada se recolher , entregar est e . • Alardo ao Visorrey , para que as .:. · iine nelle, e mande iançar na caza • • do Tomb.o. E Jogo os Capit~s Má.• · res farão a rhenura da cerriaão d o s-ucesso da jornada , e1~ gue as i– nará o Visorrey , ~ s._e bn~ará n o • mes• • . \ ' ..

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