Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

1, .· ·,tt~i(~ p1do, quando o rnand!ua q\e foss~ fauotecêr Eneas éorn Didb, (a) Nat({ jatris summi , qui tela tiphoea te; mnis. Ho peito generoso filho do gran-....._ . de Jupiter, que despr~~áste, e tiue.st ~ • em pouéo tttdos ós tiros , e rayos . ; âe Tiphon , , por tüdb passastes val~•., · .. - •• J., , -: leroso Cap1tao , tudo vencestes , tê , · chegardes a9l\tloçarnbique, onde nâo achastes Hum iaberintho, senão mui~ tos labérinthos , nãb hum Pollife- mo , senão cem mil Pollifeinos , não hutna · Cirssé , senão infinitas ._·· éirsses , assi que se aqui escapaste de'nuró petig~, acollá destes em cén- to , pôr tud~ssastes, tudo i:lesba-- . t atastés, {é chegardes ás nomec1da$. prayas de Calle~..,_qae ?Preis buscar~ _,},1 onde cuidahdo descans~ar , àcha steS , "-t nouos perigbs , nouas artes , e ar- : · • d1s para vós queimarem 39 Náos, achaste~ rlofios enganos , é a~etc!s ;,..-– prisões, e crueis ameaça!- da morfe , ~ · que tudo vencestes , e desbaratastes , - D ü té .. -~ ~~\,~· : ' ··(-) Virg. AEnfl~ ::.,;~ '.-r.~ '. J]j

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