Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

~t.~ ~~:~~--- .1 ~ue ~t;rro1deado , mas eu nefte •,r.." auto rtio sallene , e concursso, não .~enos graue que aquelle, posto que • •· •me falt~ a .'1elloquenc1a que a outro • sobej aua , sobeja-me a: justiça , e • verdade, com que espero defender . •/14ª causa deste insigne Capitão D. ;., (, ~ V asco dagama , pcllo · t1Jl e), nem · temo gue me esqueça o-que perten– do dizer , nem que tenha temor de todos os exercitos a•o mundo , e das verdad es , gue hoje aqui disser, a Vós ó Altíssimo Deos • onde to- •· da a _verd_ade ~1ora , a Vó; tomo por tes temunha, . e o mesmo fa ço a Vós ·Virgem , e Marrir.,-it,pta· Cateri – na > que pcl!a confi ssáÓ da verdade ·lilestes a v~[ll~s de , sas crueis t-· .. riaua!has, que arassalharão vossas del– • ! • licadissirnas carnes , e se pelo mar– .: • tirio perdes t s o R eyno pa te rno , e • . ca;::luco, po r elle alcançastes o cel– "':'_º7' ..Jestial°, e pe rpet uo, e ynda na ter- ra não ficastes deserdada , pois vies– ~. ._tes a ~er Senhor? , e princeza desta L--. : no_ssa famo_ja Cidade de goa. E .:-.•~ · -l • :' 1 ~ pois-'•\ . ."/\, ~ _- . ~ .J.: l .. ~-!• ·! •.: '-••• ..• .. ~/ . : I· .. • l

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