Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
.iç·k·- ~~l~~ _- . . •· . :~ ~• e• de _ tras P_essoas' daquelle Est!- "#- • •do , ~m _que lhe ficou huma noti-r • íia. original de tudç, o tocante áquel: • • · la Historia; donde tom razão pode. '110s ter esta por não meno~ verda- • deira, gue a de Polybio, e Sal!ustio , • . .a. quem este desejo levou de Greoia -~,..·•a Iralia , e de ltalia a Numidia, para verem os siúos da~Provincias-, • de que ha viâo de escrever, e :-ilcan– çar as informaçó~s do~ feitos de que tratavão , dos quaes (por serem pas– sados muitos annos antes) de força • lhe faltaria a noticia em muitas paJ• tes essenciaes , tendo juntamente o mesmo tempo muàado. a face das terras , e lÚ r;ares , €~foo cada dia , 'vemos. _ • _ • •· Nâo he menos !e es timar esta Obra ·• • : por sua , gran leza; porque álem de • • eEc reve( Diogo do Couto noventa livro~ n-:stas nove Dec~das , nume– .• - .> ro a ·c1ue raros Escriptorcs chegá– rifo·, foi roda e~ta Historia escripta ,. p()r clle nov.a mente , e não tomada '\ · d... outros .A utho res , no que ~e mos- ... . ...... ... • • ~ ' t'f~'-· • :-: ·.-. :: ' . ' •
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