Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

• • '\ ·= • . • ~ .-~ • ~- . ( • ·, .-, •() 't · ·1 .~. \ ...• , . J,ér m~'iª nos cos'mmes m rãJ.– largos ai:inos ,, corno ttvç 'd ' vida·.:,~ Falleceo o Infante ao t empo~ • que Diogo de €ouro acabava éf PI~ . losofi~ , e pouco depois desta pe.- • da , recebeo a segunda com a mor- • te de seu Pai; e assi cortando-se-lhe o curso ge suas esperanças , foi cons- • · trangido g • mudar ~e esrado, e de~• · · xando as Letras , seguio as Armas , a que seu affimo não pouco o incli- • mwa. E como já naquelle tempo não havia outra Conquíst;i , ~enão a do Oriente , por q uanto EI Rey ~ D. João Terceiro tinha la rgado os l ugares de Africa , sustentando só– ment<! aqu€1les que podiâo servir de fronteira de Hespanha , determinou passar á India , como o faú a então •· • . a rn<lior parte da nobreza de Portu- ••. gal, pPr nesta empreza terem mui-· ~. tos ~m breve tempo ·ganfiãcto hon-·. r a e proveito , o que setu pre as~i:_:• • acontecera, se os que de poi s vie– rão , quizerâo ·comii)uar • i10 valor • e virtudes dos primeiros; que ágµe l: '~ las ~ .. . ... . • l . ·. . ' -·

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