Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo

• • . 1 •, d • • as mm 1as vozes, o numero os meus ~ •períodos encanrão , e surprendem , ~orém ·eu antes · guizera a conversa• ~ão de hum só, do que a turba vã aos seus applausos. Este, creio, foi sempre o pensa• 1 mento do nosso Couto , despido de _ toda a vâgloria , abrio mão de to– dos os brincos de engenho, que só poderião agradar aos que tivessem Jrnma baixa idea da arte de bem fallar ; forn ecido das nobres maxi- mas dos antigos, cuidou unicamen- • te de mover , e de inflammar, e de arrebatar os corações doi que o ou– vião ; traspassado dos interesses da Patria , e da sua gloria , parece gual outro Orador Grego , gue tem a Re- • publica no fundo do seu coração. Conhecendo mais , que não póde aver hum bom Orador , sem que possua a virtude moral , nem que já mais a virtude se persuade, sem a bondade dos cosrnrnes , elle os • deix'1u bem ver nas eloquentes apos.- • J!lJ:! lfes.io , já ao seu Heroe , ~ ~: ~ ' _: . já , ~-l-.• ~ ..... •

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