Obras inétidas de Diogo de Couto, chronista da Índia, e Guarda Morda Torre do Tombo
• . . ~- . .: 'º~~-- ,, e que• Voss_a A!te~ niandasse ~rifar~ : • este negocio por pessoas assrnala- das , a que eu pudesse dar informa– .,.t_. ção da verdade. agora entendi , que • - não se achaufo Contas , mas que era V. A. seruido que eu desse os • apontamentos neccssarios pern se is– to auir igudr; farei o que-V. A. man– da neste .particular > e em tudo o demais. Deuesse primeiramente conside- · 1 rar guam pouco he o que os oflici– ·aes de sua Magestade procurâo de • acrescentar em sua fazenda com a .. diminuiçfo do núm_ero dos quintais que sua Magestade ha por bem que se me certifiquem, poi s tem aren~ dada a ca~a da Indía.', e o aren– damento nâo crece , nem dirninue pelo augmenco , ou diminui ção dos i meus quintais , porque Pião são de aluitres or<linarios , senão de mer– cê remuneratoria que se resalua cm ◄ todo os contratos , e di zem os le- . • • trí}d os , que esta tal doaçâo, he co• .,JI ;na ·corn)'~ra Í venda , porque ~s •~ • / ser- , . . . . . . ~•- • ~l • •~'=-··· • ' • : ~- ~-·
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