Compendio de Gramatica Portugueza
GR,\...mL\TIC.\ PORTUGUEZA / 1 (. 135 mtio da 11e1111a JJetra mostrar a fodig11n ç(io JJcla condcm– naçtio do i111wce11/e e perdtio do criminoso. Jot7o co11- '1:crsa1:a com Anton io, quando clicgou seu (il/1 0 e lhe pe– diu. a bcnçüo. Elles estni-am ca }l(:arlo clr;wis de lerem trabalhado muito. O rato roeu a ro 11J1a dl/ rainlw . E,;te é o filho cujo me tem apoq11enlaélo. Pelos 111011/es se i:eem i nfinitas quintas cercadas de 'i:inlws. 110111rn-cs e hortas, regadas de fontes e arroios de ayuas excelle11tes. O li1.:ro 6 da historia de Portugal que cu li. CAPITULO IX - I diotisrnos - 1. lD10T1s~o é toda a locução particular de uma ling na. 2. P ossuo a lingna portngncza muitos idiotismos, entre os 11uacs apontamos os scg11intcs : 1. 0 - 0 infinito posso:11 qno nenhuma outra lingua possuo. (*) (') U sa-se do infinito imprssoal: r .º- Quantlo o seu suj eito é o mesmo da oração que o rege, como : 7'11 fulgas ser sabedor. 2 .• - Quando ,·icr fo rmantlo um tempo composto, como : H m·cmos de traba!lwr cm bcnf'jiáo da patria. U sa-se do i,,jin ito pessoal: r .º- Quando o seu sujeito é clifTerente do ,b oração que o rege, como : Creio seres sabrdor. 2.º- Quando hom·er equivoco ou ambiguidade, como: J o,io é teu igual e t u fuZr;as seres superior. 3.º-Quantlo estiver clist.a nlc do verbo que o rege, excepto se fô r complemento direclo, como: Ai dos que pü,·m a /mo.fa – das e trat•cssciros dcbaú·o dos coto,•c!los e das cal1<'(as dos lw- 111c11s p ara os enganarem a dlcs e aproveitarem a si.
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