A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

.\ ,\ ' TA \ DA :-II ERl . l DlA s- m compo tura l ouco dec nt ; 1 o qua rto, p r egu.indo a di so- lução do co tum· , pel pr ceito de neo-arem os parochos aos -consorte que vive em eparado em permi ão da egreja ou da ju tiça, o acramento e d ' xigir m do consortes extranhos que che.~;a .-em a sua ·parochia , a comp tente certidão do seu casa– mento; o quinto, reg ul and o o en ·iço da es tati tica da mortalidade natalidade nas parochia ; o exto, compellindo os ecclesiasticos ao u o obrigatorio da batina•ou o-ranacha, « a fim de que o habito xterno fo se um continuo avi o de mo 1 tia e circum pecção, a que es tam obri ·ado pelo seu mini terio », e prohibindo-lhe a assis– tencia de div rtimen tos publicos baile ; o setimo, pre crevendo qu e todo o prega lor secular ou r g ular se muni se préviamente de uma ordem sua ou do vi.::,·a rio geral, para poder subir ao· pul– pito; o oitavo confirmando a pa tora! de r de Dezembro de r 7~3, que es tabeleceu a· conferencia ecclesiasti oas, e extendendo a con– firmação á pastoral de 30 de Dezembro do mesmo anno sobre o regulamento do seminario; ô nono, exhortando os fi eis á leitura dos livros sagrados. 2 Das suas ovelhas despediu-se por meio de pastoral, repas– sada de saudosos conselhos. O povo de Belem correu em massa, pressuroso, ao seu embarqu e, que se verificou em 9 de Agosto. A charrua « Aguia » esperava- o ao lárgo, fe ti vamente embandei– rada; e da ponte, depois de breve falla aos seus diocesanos, segundo nos refere uma testemunha coéva, J partiu em meio de prantos, gritos e gemidos. ·Ü austero francis cano continuou a trilhar no seu arcebispado 1 Causou a frei Caetano clesagraclavel impressão ver en trarem pelas egrejas a dentro, homens nús da cintura para cima, creanças ele camisão e mulheres seminúas, apenas de camisas metliclas por élentro das saias. 2 ll1emon'as cit. P ags. 3 7 7 a 381. 3 R elação do t·anego llfa11oel Ramos de Sâ ao douto r Antonio Caetano do Amaral; i11q111~idor da i11q111ú,·cío d.• Li;óoa . t,

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