A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna
302 A AXTA CA. A D MT ERJCnRDTA te t rntes e do hebraicos, t todo , porém, ai nda em as comp t n– tes cercas e portões, e ainda por serem comp rado , i.- to d vido a aguardarem ordens e irmandades uma . olução do governo sob r a necropole. Diverg iam as opini õ s sobre os rcqui itos elo 110\·o cemit rio: uns mostravam-se favo raveis ao stabelccimcnto el a n cror ol pu– blica, outros combatiam-no, opin ando pela escolha d um novo terreno. Este parecer triumphou na camara legi lativa provincial, que auctorisou o presidente, pela 1 i n.º 1.0 13' de 28 de f\.b ril d 1880, a comprar um ter reno nos suburbios da cidade para ond não houvesse probabili dade de extender-~e a população, a fi m de locar nelle um cemiterio em substitu ição ao de anta Isabel. 2 D'este modo estavam todos na expectati va do cumprim nto da -lei, quando a portaria citada veiu decidir a questão em favo r do cemiterio já estab~lecido . Consequentemente tratou a p residen– cia de auxiliar a Santa Ca a nas medidas urgentes de que carec ia o cemiterio: a lei n.º 1.053 de 14 de Junho de 188 1, que orçou a receita e fixou a despeza da Misericordia no afin o compromi ssal de 1881 a 1882, abriu um credito de 35 .095 'ooo réis para a construcção do mur~, gradil, casa d deposito e capell a, o que aliás de pouco serviu porque as obras não fo ram feitas. Os bons esforços de provedores e mordomos não podi am supprir á falta de recursos I ecun iarios, marcados, é verdade, em mais de uma lei, para figu rarem apenas nas verbas orçamentari as ; annualmente entre a receita e a despeza do cemiterio havia um 1 Não sendo permittido sepult ar os cadaveres· <los acatholicos no cemiterio da Soledade, tiveram os prot estantes e os judeus duas pequenas necropoles fronteiras a esta, na avenida Ser– zedello Corrêa. 2 O presidente Gama e Abreu chegou a nomear uma commi são composta dos medic~s Antonino Emiliano de Souza Castro e J ayme Pombo Bnció, e dos engenheiros J osé Felix Soares e Antonio Joaquim de Ol iveira Campos, que, m companhia do vereador J osé Cardoso da Cunha Coimbra, nomeado pela camara municipal, devia escolher O terreno para o novo cerni, terio. :Não foi, porém, adiante esta empreza.
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