A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

A 'A TA C ·.\. D !l!ISERICORDIA até nove hora da manhã do outro di a, quando reabria- e a se - ão. Loo·o depois d enc rrado o recebim nto das cedul as, pas a– va- e á apura ão, tao minucio a e massante como elle : o capellão tira, a a c dula , lia em oz alta os nomes nellas in criptos, que os outro m mbro da turma annotavam em cadernos especiaes, declarando empre o num ro de votos obtido . ' Conclui la a apura ão, o procurador geral proclamava eleitos os ma1 , a tado· , la, ra ·a- a acta competent e a turma escruta– do ra transmittia á Meza a cedulas, cadernos e li vros utilisados, incontinenti ubmettido a exame. e a Meza approvava os t raba– lho , o provedor manda, a queimar, á vi ta de todo , as cedulas, o 1ue o sachri -tão xecutava com grande escrupulo, servindo- e de uma pequena cal leira de cobre, dentro da qual incinerava os papei . Esc revia-s uma nova acta, a ignada por todos os membros . la Meza e lançada em li ro especial ; o provedor declarava di sol– vida a turma dos escrutador e convidava os eleitos para o acto solenne da pos e. A sessão de pos e quas i sempre realisava-se em uma sala do hospital ou outras veze no consistorio da egreja. O provedor e os membros eleitos as entavam-se á e querda da meza, e o provedor m mbro - antigos á direita; o irmãos em banco rasos, enfileira– dos symetricamente. O provedor iniciava os trabalhos e d feria juramento ao eleitos ; o provedor novo, com as mãos sobre os Santos Evanae– lhos, repetia em voz alta as palavra da praxe : «Juro cumpr ir bem e fi elmente o c1 vere de provedor, que me são marcados pelo Compromisso. \ men » . O vice.provedor, os mezar ios e defini– dores, cada um por sua v z, pronu nciavam a fo rmula: '«Prometto 1 Primitivamente esta cercmonia ra ainda 111 nis demorada, p i as ccdulas vin ham encer– rada~ em pelouros, pequenas bolas de cêra endurecida.

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0