A Santa Casa de Misericordia Paraense noticia historica 1650-1902 mandada elaborar e publicar pelo governador Antonio José de Lemos Arthur Vianna

A S.\ , rT,-\ C.\ .\ DA ) II E IH ORDíA 93 ohj cto, para ,·itar outra queixa; foi uma verdade ira antecipétção. im Ill."'º e Ex."'º r. o H o pi tal ela ar i lade foi ed ificado com a. mo1a do Hab itado rc de t E tado o eu pat ri rnonio fo i po r ell tab l ciclo : o-rato o Fundador á li bera1idade, e p iedade dos H abitadore , det rmin ou com a sua fu ndação q ue huma Meza compo ta de r _ membro metad cula res e metade Ecclesia - ticos annu alm nte adm ini t ra e aq uella caza. O Ex."'º e R.mº B.º lo o qu heo-ou a e te E" tado qui z ter arbit ro ab oluto da ort r cr ncia do di t H o pita l, no ecul are encon t rou re i tencia, e querendo ev itar aqu lla barreira, e que a. ua vontade fos e outra tanta L ) d E tado pa ou a lançar fó ra da J\Ieza da admini stração os membros ecularcs contra a forma da ua ins titui ção : daq ui na ceo a decadenc ia do Ho p ita l, daqui a dem i– nuição da rend as, em consequ nc ia a fa lta de aceio, e tra tamento lo· enfermos, fri ando por este motivo a .fc rvo ro::;a caridade, com que es te H o ·pital era antes di o occo rrido; temernzo que es tas cousas chegassem ao Th rono, poz a queixa na boca de ta Irman– dade, fazendo ao me mo tempo huma p intur a exao-erada do H o - pital, da zelosa e ca ritati va admini t ração; q uanto porem di sta a verdade da pintura sente e presencea V. Ex." e todo es te Es tado ». ' D 'este modo, ao mesmo tempo q ue se defendia, não deixava a anta Casa passar o momento azaclo pa ra alludir á decadencia do Hospital e ás arbitrariedades do bispo; mas d 'ahi a uma con– clusão categori ca sobre os · eus esfo rços com o fim de ser inves– tida na admini stração nosocomica, fa ltam provas ind ispensaveis . O inventario 2 procedido pelo escri vão Liuz Pereira da iVIo tta, ' Oflicio da :i\Ic a da Misericordia ao mini tro d - negocio, ultramarinos 1lfanuscripto pertencente ao arc/u1.'.ia. Santa Casa. 2 .bzve11tario dos bens do novo hospital dos Pobres nesta Cidade cio Pará que principiou a servir desde 25 de J ulho por diante do anno de 1787 0 qual vai fielmente descrito por mim o Beneficiado Domingos J osé el e Campos i\Iagro, E cri ,·ão ela R eceita e De,peza tio dito hospi• tal por Portaria de S. Ex• R cveren<li sima na au encia do i\In ilo R everendo Conego J o é Co-;me tl:i F onceca. J-Iuma F azenda denominada Bom J esus n:i Tlh a gra nde ele J oa nnes contigua

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